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O liberal Cúelho não gosta nada de pagar impostos

O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho terá sido alvo de cinco processos de execução fiscal entre 2003 e 2007. O jornal Expresso avança esta quarta-feira, 4 de Março, na sua edição diária, que no historial do contribuinte Passos Coelho constam cinco processos de execução fiscal que ascendem a um montante total de perto de 6 mil euros.

São já três os antigos presidentes do PSD a criticar Passos por causa do caso das dívidas. E com palavras duras que vão contra a estratégia do partido de “matar” o tema. (obviamente que os "ultra-liberais" Cúelhons são umas "excrecências" mas, na verdade, são a continuação lógica do algarviado-cavaquistão, Ha! cada vez que o "grande catedrático" de economia, ex-PM, agora PR, fala, percebe-se porque é que os filhos dos portugueses são os descendentes de imigrantes que menos aproveitamento escolar têm, em termos relativos e absolutos, em todos os países para onde foram)

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Das propinas

Nas três instituições que disponibilizaram os valores em dívida, a verba chega aos 3,6 milhões de euros. Na Universidade do Minho, Universidade Nova de Lisboa e Universidade de Coimbra há mais de 4500 antigos alunos em incumprimento. As universidades estão a cobrar uma taxa de juro de mora, aplicável às dívidas ao Estado, e cujo actual quadro legal fica em 1% ao mês, até um máximo de 7%. A Associação Académica de Coimbra defendeu um perdão de juros, mas a reitoria da universidade mais antiga do país recusa essa possibilidade . Mal ou bem os estudantes do ensino público disfrutam de um ensino subsidiado pelos contribuintes. O pagamento de propinas pode ajudar à clarificação do sistema de ensino superior em Portugal - onde existem cursos-lixo que seria bom para o país se desaparecessem definitivamente. Quanto aos juros, nos EUA, por exemplo, Obama está a tentar que os juros pagos pelos estudantes não voltem aos anteriores valores de cerca de 7% (exactamente!). Também está a zelar p...

Continuamos nesta? (II)

Os ajustes diretos deixaram de ser exceção para se tornarem regra. A acusação é de Reis Campos, presidente da AICCOPN, que garante: "Em 2011, 90,6% dos contratos celebrados foram por ajuste direto".  O recurso excessivo a esta forma de adjudicação "não garante a transparência" no setor, nem salvaguarda "o interesse público", alerta o presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas do Norte (AICCOPN). jn.pt

Até parece que se aproxima o Armagedão

Investors demanding high premiums for holding Italian and Spanish bonds as fears of double-dip recession grow . " F ears about the impact of savage austerity measures in  Spain  and  Italy "   " Shares in Madrid dropped by almost 3% to hit their lowest level since March 2009" "Shares were also much lower on Wall Street, where the fallout from Europe exacerbated fears that the US recovery is petering out"