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De onde vem o dinheiro do "Estado Islâmico"?

O EI também é financiado significativamente pela atividade criminal. Contrabandeia cigarros, medicamentos, telefones celulares e até antiguidades iraquianas. Além disso, ao entrar no Iraque e na Síria, combatentes estrangeiros vendem seus passaportes por milhares de dólares. A venda do passaporte não só engorda os cofres da milícia, como tem valor político simbólico: o combatente deixa sua antiga identidade para trás.
Outros recursos financeiros são originários de sequestros e tráfico de pessoas. Se os reféns não são especialmente prominentes – ou seja, ocidentais – o EI tenta extorquir as famílias das vítimas. A milícia ainda vende mulheres yazidi raptadas. Relatos recentes indicam que o EI também está comercializando órgãos no mercado negro – buscados desesperadamente em muitos hospitais e clínicas. Além disso, o EI cobra impostos e taxas da população dos territórios que domina.

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A Caixa Geral de Aposentações, a "segurança social" dos funcionários públicos, também paga pensões a reformados do setor privado, muitas delas milionárias.   No próximo mês de maio, por exemplo, começa a pagar uma reforma de 5000 euros a um dirigente de um externato particular, ao abrigo de uma lei antiga feita aprovar pelo então primeiro-ministro, Aníbal Cavaco Silva. De acordo com a lista dos novos aposentados em maio, um ex-diretor pedagógico do Externato Marquês de Pombal Ensinus ficará com uma pensão de 5030 euros mensais brutos. Este estabelecimento pertence ao grupo Lusófona. jn.pt