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Exactamente o contrário dos portugueses! *

Dr Sarah Watson, a GP and the MP for Totnes, says that some MPs are too drunk to know what they are voting for. (The Times - editorial sobre o problema do alcolismo entre os ingleses)

* que são tão sóbrios e "espertos" que conseguem fazer passar a ideia que votam sem saber o que estão a votar. Apesar de os ingleses, e toda essa gente da dita "commonwealth", nem serem "europeus" no sentido de partilharem ideais e interesses comuns "europeus", nem estarem minimamente interessados no "bem" dos povos que dizem defender (especialmente aqueles a quem pagam "luvas" para comprarem armamento e equipamento da BA Systems, nomeadamente, que por vezes nem conseguem utilizar...), mas unicamente nos lucros das suas grandes empresas e bancos e nas manobras especulativas da "city" londrina, defendida com unhas e dentes pelos ingleses, como se isso fosse a sua principal "indústria" (e se calhar até é, o que nos diz muito sobre a "essência" especulativa e não europeia da sociedade inglesa). Aliás, uma sociedade em que a maior parte dos seus cidadãos são gays não pode ser uma sociedade "normal" e só pode acabar por produzir aberrações.

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Das propinas

Nas três instituições que disponibilizaram os valores em dívida, a verba chega aos 3,6 milhões de euros. Na Universidade do Minho, Universidade Nova de Lisboa e Universidade de Coimbra há mais de 4500 antigos alunos em incumprimento. As universidades estão a cobrar uma taxa de juro de mora, aplicável às dívidas ao Estado, e cujo actual quadro legal fica em 1% ao mês, até um máximo de 7%. A Associação Académica de Coimbra defendeu um perdão de juros, mas a reitoria da universidade mais antiga do país recusa essa possibilidade . Mal ou bem os estudantes do ensino público disfrutam de um ensino subsidiado pelos contribuintes. O pagamento de propinas pode ajudar à clarificação do sistema de ensino superior em Portugal - onde existem cursos-lixo que seria bom para o país se desaparecessem definitivamente. Quanto aos juros, nos EUA, por exemplo, Obama está a tentar que os juros pagos pelos estudantes não voltem aos anteriores valores de cerca de 7% (exactamente!). Também está a zelar p...

Continuamos nesta? (II)

Os ajustes diretos deixaram de ser exceção para se tornarem regra. A acusação é de Reis Campos, presidente da AICCOPN, que garante: "Em 2011, 90,6% dos contratos celebrados foram por ajuste direto".  O recurso excessivo a esta forma de adjudicação "não garante a transparência" no setor, nem salvaguarda "o interesse público", alerta o presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas do Norte (AICCOPN). jn.pt

Até parece que se aproxima o Armagedão

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