A administração de Obama defende que a Europa tem de reforçar o seu próprio fundo para evitar que as crises da dívida de Portugal ou Itália se tornem insustentáveis.
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"A crise da zona do euro continua a ser a principal ameaça ao crescimento global e, por isso, também à nossa própria recuperação”, afirmou.
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A zona euro já prometeu, em Dezembro do ano passado, contribuir com 150 mil milhões de euros para o FMI na forma de empréstimos bilaterais. Em troca, refere a AFP, os europeus esperam que os países emergentes também aceitem participar na operação para, assim, aumentar os recursos do FMI e travar o risco de contágio. Para Amadeu Altafaj, porta-voz para os assuntos económicos da Comissão Europeia o financiamento do FMI "deve ter uma dimensão mundial”. publico.pt
* já que Portugal e Itália representam ameaças ao "crescimento global".
** ou espera (espero que sentado) que seja a Alemanha a pagar tudo?
Nota: claro que se parte já do pressuposto que a Grécia é um caso perdido que vai ter de abandonar a Eurozona. Quanto aos ingleses já se sabe que as propostas deles são unicamente para favorecer a sua especulativa "city" e minar as bases do Euro. De resto quando se trata de ajudar os países em dificuldades na Eurozona não é nada com eles: nem sequer pertencem à "zona euro"... Mais valia permanecerem calados, em vez de andarem com propostas que se destinam a dividir os países do Euro, enquanto vão levando "água" ao seu "liberal" e anti-europeu "moinho".
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"A crise da zona do euro continua a ser a principal ameaça ao crescimento global e, por isso, também à nossa própria recuperação”, afirmou.
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A zona euro já prometeu, em Dezembro do ano passado, contribuir com 150 mil milhões de euros para o FMI na forma de empréstimos bilaterais. Em troca, refere a AFP, os europeus esperam que os países emergentes também aceitem participar na operação para, assim, aumentar os recursos do FMI e travar o risco de contágio. Para Amadeu Altafaj, porta-voz para os assuntos económicos da Comissão Europeia o financiamento do FMI "deve ter uma dimensão mundial”. publico.pt
* já que Portugal e Itália representam ameaças ao "crescimento global".
** ou espera (espero que sentado) que seja a Alemanha a pagar tudo?
Nota: claro que se parte já do pressuposto que a Grécia é um caso perdido que vai ter de abandonar a Eurozona. Quanto aos ingleses já se sabe que as propostas deles são unicamente para favorecer a sua especulativa "city" e minar as bases do Euro. De resto quando se trata de ajudar os países em dificuldades na Eurozona não é nada com eles: nem sequer pertencem à "zona euro"... Mais valia permanecerem calados, em vez de andarem com propostas que se destinam a dividir os países do Euro, enquanto vão levando "água" ao seu "liberal" e anti-europeu "moinho".