Muammar Kadhafi no sol das Caraibas (?) *
A notícia da fuga de Kadhafi surge numa altura em que os protestos contra o regime líbio se alastram à capital do país, Tripoli.
O presidente da Líbia terá deixado o país rumo à Venezuela, avançou ontem à noite a agência de notícias chinesa Xinhua, citando a televisão Al-Jazira.
Porém, o filho de Kadhafi garantiu, em entrevista à televisão estatal da Líbia, transmitida em simultâneo pela Al-Jazira, que o pai continua no país.
Frisando que "a Líbia não é igual à Tunísia ou ao Egipto", Saif al-Islam Kadhafi avisou que o regime irá "lutar até ao último minuto, até à última bala".
Numa longa declaração, o filho do coronel líbio disse temer uma guerra civil se os protestos contra o regime continuarem, o que levaria à destruição da riqueza do país, o petróleo. Saif alertou que em caso de caos o crude será queimado.
Referiu ainda que o Egipto está a ser alvo de uma "conspiração" organizada por vários pequenos estados islâmicos vizinhos e que o número de mortos veiculado pela imprensa internacional é exagerado. A Human Rights Watch (HRW) informa sobre a existência de 233 vítimas mortais desde o início dos protestos, na passada terça-feira.
* e o amigo primeiro-ministro não o convidou, mais as suas tendas, camelos e mulheres guarda-costas, a instalar-se aqui na Portulândia? Na Venezuela ainda se arrisca a ter de navegar pela internet num Magalhães...
A notícia da fuga de Kadhafi surge numa altura em que os protestos contra o regime líbio se alastram à capital do país, Tripoli.
O presidente da Líbia terá deixado o país rumo à Venezuela, avançou ontem à noite a agência de notícias chinesa Xinhua, citando a televisão Al-Jazira.
Porém, o filho de Kadhafi garantiu, em entrevista à televisão estatal da Líbia, transmitida em simultâneo pela Al-Jazira, que o pai continua no país.
Frisando que "a Líbia não é igual à Tunísia ou ao Egipto", Saif al-Islam Kadhafi avisou que o regime irá "lutar até ao último minuto, até à última bala".
Numa longa declaração, o filho do coronel líbio disse temer uma guerra civil se os protestos contra o regime continuarem, o que levaria à destruição da riqueza do país, o petróleo. Saif alertou que em caso de caos o crude será queimado.
Referiu ainda que o Egipto está a ser alvo de uma "conspiração" organizada por vários pequenos estados islâmicos vizinhos e que o número de mortos veiculado pela imprensa internacional é exagerado. A Human Rights Watch (HRW) informa sobre a existência de 233 vítimas mortais desde o início dos protestos, na passada terça-feira.
* e o amigo primeiro-ministro não o convidou, mais as suas tendas, camelos e mulheres guarda-costas, a instalar-se aqui na Portulândia? Na Venezuela ainda se arrisca a ter de navegar pela internet num Magalhães...