Avançar para o conteúdo principal
Do amigo (e camarada) Muammar Kadhafi *

Mohammed Ali, um activista da oposição, e um residente em Tripoli, que quer permanecer no anonimato, avançam que nas ruas da capital da Líbia se acumulam os cadáveres dos protestantes mortos pelas forças militares leais a Muammar Kadhafi.

Ali, que se refugiou no Dubai, conta que os habitantes de Tripoli se estão refugiar nas suas casas. Depois das mortes de ontem as milícias pró-Kadhafi se terem deslocado pelas ruas com altifalantes avisando as pessoas para não saírem das suas casas e deixando a ameaça de que qualquer pessoa que fosse encontrada na rua seria morta.

Estas duas testemunhas declaram que as forças leais a Kadhafi disparam contra as ambulâncias e que os feridos são deixados na rua, onde sangram até à morte.

Os órgãos de comunicação ocidentais estão proibidos de entrar na Líbia, de forma que estes relatos não podem ser confirmados. sol.pt

* com muitos beijinhos

Mensagens populares deste blogue

Das propinas

Nas três instituições que disponibilizaram os valores em dívida, a verba chega aos 3,6 milhões de euros. Na Universidade do Minho, Universidade Nova de Lisboa e Universidade de Coimbra há mais de 4500 antigos alunos em incumprimento. As universidades estão a cobrar uma taxa de juro de mora, aplicável às dívidas ao Estado, e cujo actual quadro legal fica em 1% ao mês, até um máximo de 7%. A Associação Académica de Coimbra defendeu um perdão de juros, mas a reitoria da universidade mais antiga do país recusa essa possibilidade . Mal ou bem os estudantes do ensino público disfrutam de um ensino subsidiado pelos contribuintes. O pagamento de propinas pode ajudar à clarificação do sistema de ensino superior em Portugal - onde existem cursos-lixo que seria bom para o país se desaparecessem definitivamente. Quanto aos juros, nos EUA, por exemplo, Obama está a tentar que os juros pagos pelos estudantes não voltem aos anteriores valores de cerca de 7% (exactamente!). Também está a zelar p...

Continuamos nesta? (II)

Os ajustes diretos deixaram de ser exceção para se tornarem regra. A acusação é de Reis Campos, presidente da AICCOPN, que garante: "Em 2011, 90,6% dos contratos celebrados foram por ajuste direto".  O recurso excessivo a esta forma de adjudicação "não garante a transparência" no setor, nem salvaguarda "o interesse público", alerta o presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas do Norte (AICCOPN). jn.pt

Até parece que se aproxima o Armagedão

Investors demanding high premiums for holding Italian and Spanish bonds as fears of double-dip recession grow . " F ears about the impact of savage austerity measures in  Spain  and  Italy "   " Shares in Madrid dropped by almost 3% to hit their lowest level since March 2009" "Shares were also much lower on Wall Street, where the fallout from Europe exacerbated fears that the US recovery is petering out"