são dois irmãos de Famalicão que têm notas ótimas a todas as disciplinas mas voltaram a ser retidos, sem passar de ano, por falta de assiduidade a uma disciplina obrigatória – Cidadania e Desenvolvimento. A polémica não é nova, com os pais a alegarem objeção de consciência defendendo que cabe à família, não à escola, educar os filhos em matérias como a sexualidade
* que já perdeu a independência devido aos abusos dentro de portas (tipo de crime que continua a ser uma hedionda chaga entre "o bom povo português"), no caso histórico em causa, transformando a corte num local que "tresandava"... A história é uma espiral que tende a repetir-se. Com variações. Aqui é o sistema de ensino que pretende impôr a "ideologia do género", penalizando de forma absurda e totalitária dois alunos e sua família, impondo, pela força, um modelo que pais, muito mais cultivados e esclarecidos que a generalidade dos portugueses, rejeitam. Não se trata dos gays não poderem ser gays ou dos gays disfarçados de pais e avôs de família não o poderem ser. Trata-se de respeitar quem não é nem pretende ser como eles e quem não pretende os filhos educados na "ideologia do género". Parece tratar-se de uma "esperteza" em forma de sistema educativo, em que pais que educaram os filhos na excelência são tratados como uns delinquentes por resistirem à imposição da "ideologia do género". Ou seja: pais intectual e cognitivamente mais aptos a tomar decisões que a generalidade d@s portugues@s são tratados como mentecaptos. Mas @s mesm@s "técnic@s" e "especialistas" - ou outr@s parecid@s - que agora acusam estes pais, deixaram que a pequena Valentina fosse torturada e assassinada pelo pai e a madrasta!