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Morreu Diogo Freitas do Amaral

Morreu Diogo Freitas do Amaral. O antigo ministro (*) tinha 78 anos e estava internado nos cuidados intermédios do Hospital da CUF, em Cascais, desde 16 de setembro. No final de junho deste ano, Freitas do Amaral lançou o seu terceiro livro de memórias políticas, intitulado "Mais 35 anos de democracia - um percurso singular", que abrange o período entre 1982 e 2017, editado pela Bertrand.

(*) "Antigos ministros", imbecis, incompetentes, corruptos e até criminosos, é o que não falta. Eis uma forma absolutamente idiota, e "tuga", de identificar alguém.


Foi um dos fundadores do CDS, protagonizou uma das mais memoráveis campanhas eleitorais em Portugal, foi ministro, deu aulas, lançou livros. É considerado por muitos, incluindo o atual Presidente da República, como “um dos pais da democracia”. 

 A direita não lhe perdoou as mudanças de percurso como a esquerda nunca esqueceu a sua origem. Esteve a pouco mais de 138 mil votos de ser Presidente da República, mas o PSD, parceiro da candidatura de Prá Frente Portugal!, pôs a chancela do falhanço pessoal no insucesso das eleições mais renhidas para Belém

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