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Caspar, Cúelho e Crasto querem despedir *

Expresso fala de Paula Teixeira da Cruz, Miguel Macedo e José Pedro Aguiar-Branco, a que se juntou Paulo Portas, que chegou mais tarde. Mas o PÚBLICO sabe que também Paulo Macedo contestou algumas propostas de Vítor Gaspar, elevando para cinco os ministros contestatários. in publico.pt  (3 dias antes do 1º de Maio)

* Caspar quer despedir para não mexer nas mais de 13.000 "entidades", onde muito bem se acomodam boys e girls. Já o Cúelho e o Crasto, que são "chicos muito espertos", para além de não querem criar chatices com os boys e girls dos partidos e das "famílias", bem enquistados nas "entidades", desejam despedir profs, nomeadamente, porque têm a agenda das PPP para o ensino pois agora é altura ideal para o "grande salto": PêPêPizar o ensino público, pois as pessoas estão a mudar os filhos do privado para o público (DN de 28 de Abril). Para tornar o negócio atractivo (altamente lucrativo, leia-se)  há que "limpar" a mão de obra, reduzindo-a ao essencial - na verdade a menos do essencial via truque do aumento de alunos por turma e/ou obrigar os profs a leccionarem ainda mais horas semanais (no ensino superior ninguém toca porque os Crastos não querem irritar os seus pares) - mantendo a "classe" de rédea curta, sob o mêdo da "mobilidade" fácil, para os antigos, e do despedimento imediato, para os novos.

Cúelho é um especialista da formação em massa  (Tecnovia e respectivas formações para aérodromos inexistentes) e Crasto é ex-administrador do Tagus Park, um "especialista" em "gestão" de "recursos humanos", portanto...

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Das propinas

Nas três instituições que disponibilizaram os valores em dívida, a verba chega aos 3,6 milhões de euros. Na Universidade do Minho, Universidade Nova de Lisboa e Universidade de Coimbra há mais de 4500 antigos alunos em incumprimento. As universidades estão a cobrar uma taxa de juro de mora, aplicável às dívidas ao Estado, e cujo actual quadro legal fica em 1% ao mês, até um máximo de 7%. A Associação Académica de Coimbra defendeu um perdão de juros, mas a reitoria da universidade mais antiga do país recusa essa possibilidade . Mal ou bem os estudantes do ensino público disfrutam de um ensino subsidiado pelos contribuintes. O pagamento de propinas pode ajudar à clarificação do sistema de ensino superior em Portugal - onde existem cursos-lixo que seria bom para o país se desaparecessem definitivamente. Quanto aos juros, nos EUA, por exemplo, Obama está a tentar que os juros pagos pelos estudantes não voltem aos anteriores valores de cerca de 7% (exactamente!). Também está a zelar p...

Continuamos nesta? (II)

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