Mas as PPP, as "rendas", os "contratos" (concebidos para enriquecer os privados, claro), os "institutos" *, as "agências", as "entidades" e as "comissões", mantêm-se em pleno (talvez com uns pequenos cortes, cosméticos, para conter a indignação)
* 356 institutos, 639 fundações, 343 empresas.
Quando a Argentina nacionalizou unilateralmente o que a Repsol detinha dos petróleos argentinos aconteceu alguma coisa? Não. Claro que não. Quando a Argentina deixou de pagar o que devia ao FMI aconteceu alguma coisa? Não. Então porque é que Portugal continua a respeitar as PPP, as "rendas" e outros contratos criminosos, que, devidamente expostos aos olhos do mundo, seriam considerados unanimemente como tal?
* 356 institutos, 639 fundações, 343 empresas.
Quando a Argentina nacionalizou unilateralmente o que a Repsol detinha dos petróleos argentinos aconteceu alguma coisa? Não. Claro que não. Quando a Argentina deixou de pagar o que devia ao FMI aconteceu alguma coisa? Não. Então porque é que Portugal continua a respeitar as PPP, as "rendas" e outros contratos criminosos, que, devidamente expostos aos olhos do mundo, seriam considerados unanimemente como tal?