T. S. Eliot é o meu poeta "de cabeceira". The waste land é o "poema da minha vida" e não aceito qualquer tradução. É demasiado genial para ser submetido a traduções.
Mas Eliot é também um ensaísta de génio e a prova está, nomeadamente, em "Ensaios Escolhidos", onde os poemas (de outros poetas) com que Eliot nos exemplifica as suas "teses" são mantidos no original, com uma tradução de rodapé. Este trabalho de Maria Adelaide Rocha, edição da Cotovia, merece aplauso. De pé.
Mas Eliot é também um ensaísta de génio e a prova está, nomeadamente, em "Ensaios Escolhidos", onde os poemas (de outros poetas) com que Eliot nos exemplifica as suas "teses" são mantidos no original, com uma tradução de rodapé. Este trabalho de Maria Adelaide Rocha, edição da Cotovia, merece aplauso. De pé.