As bombas de fragmentação (cluster bombs) foram proibidas internacionalmente devido à forma com matam e mutilam - em 2010, 107 países assinaram uma convenção proibindo o seu uso, produção ou armanezamento; a Síria não o fez. Ao serem accionadas (rebentam no ar), libertam projécteis (fragmentos) também explosivos que voam em todas as direcções de forma a fazerem um maior número de vítimas numa vasta área. Um relatório anterior da Human Rights Watch já referia que as tropas de Assad as teriam utilizado em Julho e Agosto nas cidades de Maarat, Tamanea, Taftanaz , al-Tah, Homs, Aleppo e Lattakia.