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Renego este regime

“Passei a fronteira para a Turquia e renego este regime tirânico, por causa da repressão e da tortura selvagem que está a ser feita contra um povo que exigiu o mínimo de direitos”, afirmou a deputada, Ikhlas al-Badawi, em declarações à Sky News Arábia. Badawi, que representava a cidade de Alepo desde as eleições de Maio, é a primeira parlamentar a abandonar o regime de Assad desde o início da revolta, há quase 17 meses.

Muçulmana sunita e mãe de seis filhos, fora escolhida pelo regime para representar o “sector dos trabalhadores e camponeses”, termo usado pelo Governo sírio para se referir aos sindicatos com apoio do Estado que têm garantida metade dos 250 assentos parlamentares. Era também membro do partido Baas, que tomou o poder no golpe militar de 1963 e instalou o sistema autocrático no país dominado pela minoria alauita (ramo xiita), a que pertence Assad.

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A Caixa Geral de Aposentações, a "segurança social" dos funcionários públicos, também paga pensões a reformados do setor privado, muitas delas milionárias.   No próximo mês de maio, por exemplo, começa a pagar uma reforma de 5000 euros a um dirigente de um externato particular, ao abrigo de uma lei antiga feita aprovar pelo então primeiro-ministro, Aníbal Cavaco Silva. De acordo com a lista dos novos aposentados em maio, um ex-diretor pedagógico do Externato Marquês de Pombal Ensinus ficará com uma pensão de 5030 euros mensais brutos. Este estabelecimento pertence ao grupo Lusófona. jn.pt