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O colapso do medo

Na explosão de ontem foram confirmadas as mortes do ministro da Defesa, general Daoud Rajha; do titular da pasta do Interior, Mohammad Ibrahim al-Shaar; do seu “vice” e cunhado do Presidente, general Assef Shawkat; do chefe da “célula de crise” e adjunto do vice-presidente, general Hassan Turkmani; e do director dos serviços secretos e primo do chefe de Estado.
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Iyas Maleh deu ainda conta de “uma fuga maciça de soldados em várias regiões do país, abandonando equipamento militar – em mais uma prova do caos que assola as tropas presidenciais e de que estas estão a perder terreno para o Exército Sírio Livre".
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“A diferença entre os revolucionários e as tropas de Assad é a sua vontade e a sua causa justa – eles são destemidos enquanto as forças do regime são criminosos obstinados”, adiantou Maleh. “Serão estes revolucionários no terreno que vão acabar com o regime – não a oposição no exílio! Serão aqueles que defendem o país com o seu sangue que vão governar depois de Assad, não os que têm vivido no estrangeiro nos últimos 40 anos e que perderam a noção do sofrimento do povo sírio sob um déspota.”
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“Vivemos uma revolução pela dignidade e liberdade contra uma ditadura”, sublinhou Iyas. “Não é uma guerra contra cristãos, alauitas ou outra comunidade.”

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Da Crise e dos Cortes

A Caixa Geral de Aposentações, a "segurança social" dos funcionários públicos, também paga pensões a reformados do setor privado, muitas delas milionárias.   No próximo mês de maio, por exemplo, começa a pagar uma reforma de 5000 euros a um dirigente de um externato particular, ao abrigo de uma lei antiga feita aprovar pelo então primeiro-ministro, Aníbal Cavaco Silva. De acordo com a lista dos novos aposentados em maio, um ex-diretor pedagógico do Externato Marquês de Pombal Ensinus ficará com uma pensão de 5030 euros mensais brutos. Este estabelecimento pertence ao grupo Lusófona. jn.pt