O que essas mulheres têm em comum, além de terem nascido em julho, sido reeleitas e deixado seus governos sob aplausos? A resposta: sofreram pressões extras no meio político, ainda predominantemente masculino, explica Carolina Pavese, doutora pela London School of Economics e especialista em governança global e questões de gênero. Para ela, a renúncia delas “mostra um entendimento maduro de que só faz sentido ocupar esses cargos se há condições para entregar um bom governo — o que a maioria dos homens tem dificuldade em reconhecer