cobrança ilegítima de 700 a 1.000 milhões de euros. É uma das maiores borlas alguma vez oferecidas aos produtores de eletricidade em Portugal. E trata-se de (não) cumprir a recomendação aprovada pela Comissão de Inquérito às rendas excessivas na eletricidade. Esta é uma história de atrevimento e desplante, criada nos gabinetes da EDP