Artemisia Gentileschi continua a não integrar o cânone ensinado nas universidades, onde não se questiona a masculinidade naturalizada do que se ensina. Nem é um dos nomes reconhecidos pelas elites cultas. As historiadoras da arte feministas já a tinham descoberto desde a década de 1970. Mas só agora — com a exposição re-inaugurada ontem, 3 de Dezembro, na National Gallery de Londres —é que Artemisia vai passar a ser um nome mais familiar.