Sandro Bernardo, o pai da menina, e a madrasta Márcia estão acusados de homicídio qualificado e de ocultação de cadáver, serão agora confrontados com o resultado da autópsia para desmontar a tese que defendia, segundo a qual se teria tratado de um acidente. (falta saber - e tal é imperativo - se Valentina foi vítima de abusos sexuais, e, se o foi, por quem)
Nota: a filosofia jurídica vingente está pervertida pela assunção de que monstros são seres humanos. Da mesma forma que é consensual a diferença entre mero progenitor e pai, também deve ser aceite a diferenciação entre forma física humana e condição humana de facto. Os alegados "direitos fundamentais" não são aplicáveis a monstros com forma física humana. A sua aplicação é uma perversão liminar da essência mais elementar dos mesmos alegados "direitos fundamentais". Também importa assinalar que o "mantra" jurídico de alegadamente todo o ser humano ser recuperável é totalmente falso, independentemente da eficácia do sistema de re-inserção. Wittgenstein afirmava que há coisas que simplesmente não se concebem, sendo esta uma prespetiva ético-filosófica. O que interessa "objetivamente" é que a "estrutura psíquica" não se altera substancialmente e que quem possui uma "estrutura psíquica" que lhe permite não só conceber mas cometer um ato monstruoso, está total e definitivamente determinado por ela, que constitui a "essência", a única "essência", dessa coisa com forma humana. Do ponto de vista político, um sistema que permite que esses monstros com forma humana voltem um dia à sociedade, é cúmplice desses monstros e merece ser desintegrado. Advogad@s que já defenderam monstros, pagos com o dinheiro dos contribuintes quando os monstros têm direito a defensor oficioso, para ganharem visibilidade nacional, dão entrevistas a proclamarem que os monstros no fundo até são boas pessoas e que algo correu mal, não tendo escrúpulos muitas vezes em colocarem o ónus da culpa nas vítimas, acrescentando insulto e infâmia ás monstruosidades cometidas, sendo típica a estratégia dos monstros se fazerem passar por vítimas. Houve mesmo advogad@s de monstros que devido à visibilidade conseguida a defenderem os monstros, passaram para a política (porque alguém @s convidou, claro!), podendo facilmente chegar a legisladores (deputad@s), pois, no sistema português, os eleitores não podem rejeitar especificamente um ou uma candidat@ a deputad@, sendo @s deputad@s que criam e votam as leis, o que demonstra que o sistema está, em Portugal, "per natura", liminarmente pervertido.
Nota: a filosofia jurídica vingente está pervertida pela assunção de que monstros são seres humanos. Da mesma forma que é consensual a diferença entre mero progenitor e pai, também deve ser aceite a diferenciação entre forma física humana e condição humana de facto. Os alegados "direitos fundamentais" não são aplicáveis a monstros com forma física humana. A sua aplicação é uma perversão liminar da essência mais elementar dos mesmos alegados "direitos fundamentais". Também importa assinalar que o "mantra" jurídico de alegadamente todo o ser humano ser recuperável é totalmente falso, independentemente da eficácia do sistema de re-inserção. Wittgenstein afirmava que há coisas que simplesmente não se concebem, sendo esta uma prespetiva ético-filosófica. O que interessa "objetivamente" é que a "estrutura psíquica" não se altera substancialmente e que quem possui uma "estrutura psíquica" que lhe permite não só conceber mas cometer um ato monstruoso, está total e definitivamente determinado por ela, que constitui a "essência", a única "essência", dessa coisa com forma humana. Do ponto de vista político, um sistema que permite que esses monstros com forma humana voltem um dia à sociedade, é cúmplice desses monstros e merece ser desintegrado. Advogad@s que já defenderam monstros, pagos com o dinheiro dos contribuintes quando os monstros têm direito a defensor oficioso, para ganharem visibilidade nacional, dão entrevistas a proclamarem que os monstros no fundo até são boas pessoas e que algo correu mal, não tendo escrúpulos muitas vezes em colocarem o ónus da culpa nas vítimas, acrescentando insulto e infâmia ás monstruosidades cometidas, sendo típica a estratégia dos monstros se fazerem passar por vítimas. Houve mesmo advogad@s de monstros que devido à visibilidade conseguida a defenderem os monstros, passaram para a política (porque alguém @s convidou, claro!), podendo facilmente chegar a legisladores (deputad@s), pois, no sistema português, os eleitores não podem rejeitar especificamente um ou uma candidat@ a deputad@, sendo @s deputad@s que criam e votam as leis, o que demonstra que o sistema está, em Portugal, "per natura", liminarmente pervertido.