Nos pulmões dos doentes críticos, descobriram que os macrófagos - células que habitualmente ajudam a limpar os pulmões de infeções, de vírus e de micróbios - são substituídos por células que agravam a doença.
Os investigadores repararam ainda que, nestes doentes, o coronavírus neutraliza as células T do sistema imunitário, que também combatem infeções, possibilitando a outros vírus presentes no corpo multiplicarem os seus estragos de forma oportunista.
O jornal israelita Haaretz refere que o estudo foi realizado em colaboração com investigadores chineses e foi publicado sexta-feira passada na revista Cell.