Não há esperança porque somos um povo tradicionalista para quem a democracia chegou cedo demais, antes da educação cívica e política.
Nota: o problema não é o "tradicionalismo" (basta ver-se a ampla adesão dos portugueses a tudo o que seja perversões, sob a justificação e/ou auto-convencimento de "modernidade" e "avançado", o que é em si mesmo grotesco *) mas a brutidão, a falta de inteligência, as perversões (algumas horrendas e criminosas, como a pedofilia, os abusos sexuais, a chantagem moral), assim como a perversidade de caráter, tão referida pelos grandes escritores românticos e "realistas". Isso explica, em parte, que após 40 anos de democracia o nível cultural e educacional dos portugueses esteja como está, o que nos conduz ao horrendo cancro da "pedagogia" das "ciências da educação". Não há esperança porque a "pedagogia" das "ciências da educação" não formou cidadãos mas criou corruptos e agressores. A genética só muda, muito lentamente, depois da cultura - e a "pedagogia" das "ciências da educação" impediu a mudança da cultura . Ás "elites", corruptas e perversas, interessa um povo labrego, iletrado e afundado em perversões (frequentemente criminosas), enquanto elas se ocupam dos negócios de Estado e dos milhares de milhões. Se à imigração maioritariamente de pouca qualidade que chega a Portugal acrescentarmos o não investigado elevado suicídio de jovens portugueses, assim como os que abandonam (num ato de grande inteligência pois ao fazê-lo estão também a proteger a sua descendência) definitivamente o país, aproximamo-nos da "realidade real".
* não há esperança porque o cancro da homossexualidade ("ativa", "passiva", "pais de família", "respeitáveis avôs", pais e avôs que são também dos principais monstros pedófilos, pois é de conhecimento geral que parte muito substâncial das numerosas monstruosidades pedófilas, em Portugal, são executadas exatamente pelos pais e avôs, frequentemente com a cumplicidade das próprias mães das vítimas!) transformou o lugar num viveiro de monstros, que atrai outros monstros de fora. Concomitantemente há o "lobby gay", o polvo que tudo perverte, tenta prostituir para dominar. Os gays em cargos de poder representam uma ameaça existêncial para a "civilização ocidental", que pagará caro tê-los promovido. Os gays no poder de uma forma ou outra usam esse poder para "converterem", leia-se forçarem, outros à sua perversão, que designam como "opção". Os gays sem poder tentam simulá-lo e falhando, coagir fisicamente, quando podem. Os gays não aceitam que outros não o sejam, sendo dominados por uma estrutura psíquica perversa, "matreira" e totalitária, sendo monstros destes e destes exemplos do nível de monstruosidade criminosa a que isto chegou. A nível cultural, nomeadamente, pervertem o desenrolar da história, através de uma segregação dos que não são como eles, lançando e promovendo aqueles com as mesmas "tendências", sendo certo que este nível de criminalidade legal acontecerá sobretudo com os gays homens, que são determinados por uma estrutura psíquica obsessiva e psicopata. A estrutura psíquica das mulheres é, segundo Lacan, mais flexível, o que eventualmente condicionará um "lobby" menos perverso e monstruoso. Também é certo que haverá exceções, entre os gays homens, mas, neste caso, a exceção só confirmará a regra. Depois há a "labregagem", a quem disseram que ser gay está na moda, e a labregagem, inculta e bruta, só quer é "estar na moda", especialmente quando a alegada moda corresponde à sua genética porca e perversa: atuam com gosto, fazendo-o com os métodos brutais usuais da labregagem e manipulando conceitos "politicamente corretos". Portugal já não é só um lugar mal frequentado: Portugal é um pântano de perversão e aberração. O aumento dos abusos de crianças é protagonizado nomeadamente pelos "avozinhos", ex-pobres, habituados a violar mulas e vacas, que agora são "urbanos", "classe média", a viverem de pensões suportadas pelos cada vez menos jovens que pagam impostos, imundos monstros tugareses, para os quais ainda está para chegar uma solução que liberte o mundo desses vermes. Acredito que o suicídio de jovens em Portugal e a disseminação da homossexualidade estão correlacionados com os abusos praticados por estes monstros e outros similares. Há que fazer acontecer justiça e meter-lhes um chip no cérebro é insuficiente para o nível de perversidade em causa. Portugal é o país que já perdeu a independência devido a um rei maricas, porque foi abusado pelo preceptor, um jesuíta açoreano de apelido Bettencourt da Câmara. Portugal é o país das monstruosidades da casa pia. Portugal é o lugar dos monstrengos avozinhos e até pais pedófilos, protegidos por mulheres sem escrúpulos, tão criminosas como os próprios monstros. Portugal necessita uma solução final, que fique exemplarmente na história.
Nota: o problema não é o "tradicionalismo" (basta ver-se a ampla adesão dos portugueses a tudo o que seja perversões, sob a justificação e/ou auto-convencimento de "modernidade" e "avançado", o que é em si mesmo grotesco *) mas a brutidão, a falta de inteligência, as perversões (algumas horrendas e criminosas, como a pedofilia, os abusos sexuais, a chantagem moral), assim como a perversidade de caráter, tão referida pelos grandes escritores românticos e "realistas". Isso explica, em parte, que após 40 anos de democracia o nível cultural e educacional dos portugueses esteja como está, o que nos conduz ao horrendo cancro da "pedagogia" das "ciências da educação". Não há esperança porque a "pedagogia" das "ciências da educação" não formou cidadãos mas criou corruptos e agressores. A genética só muda, muito lentamente, depois da cultura - e a "pedagogia" das "ciências da educação" impediu a mudança da cultura . Ás "elites", corruptas e perversas, interessa um povo labrego, iletrado e afundado em perversões (frequentemente criminosas), enquanto elas se ocupam dos negócios de Estado e dos milhares de milhões. Se à imigração maioritariamente de pouca qualidade que chega a Portugal acrescentarmos o não investigado elevado suicídio de jovens portugueses, assim como os que abandonam (num ato de grande inteligência pois ao fazê-lo estão também a proteger a sua descendência) definitivamente o país, aproximamo-nos da "realidade real".
* não há esperança porque o cancro da homossexualidade ("ativa", "passiva", "pais de família", "respeitáveis avôs", pais e avôs que são também dos principais monstros pedófilos, pois é de conhecimento geral que parte muito substâncial das numerosas monstruosidades pedófilas, em Portugal, são executadas exatamente pelos pais e avôs, frequentemente com a cumplicidade das próprias mães das vítimas!) transformou o lugar num viveiro de monstros, que atrai outros monstros de fora. Concomitantemente há o "lobby gay", o polvo que tudo perverte, tenta prostituir para dominar. Os gays em cargos de poder representam uma ameaça existêncial para a "civilização ocidental", que pagará caro tê-los promovido. Os gays no poder de uma forma ou outra usam esse poder para "converterem", leia-se forçarem, outros à sua perversão, que designam como "opção". Os gays sem poder tentam simulá-lo e falhando, coagir fisicamente, quando podem. Os gays não aceitam que outros não o sejam, sendo dominados por uma estrutura psíquica perversa, "matreira" e totalitária, sendo monstros destes e destes exemplos do nível de monstruosidade criminosa a que isto chegou. A nível cultural, nomeadamente, pervertem o desenrolar da história, através de uma segregação dos que não são como eles, lançando e promovendo aqueles com as mesmas "tendências", sendo certo que este nível de criminalidade legal acontecerá sobretudo com os gays homens, que são determinados por uma estrutura psíquica obsessiva e psicopata. A estrutura psíquica das mulheres é, segundo Lacan, mais flexível, o que eventualmente condicionará um "lobby" menos perverso e monstruoso. Também é certo que haverá exceções, entre os gays homens, mas, neste caso, a exceção só confirmará a regra. Depois há a "labregagem", a quem disseram que ser gay está na moda, e a labregagem, inculta e bruta, só quer é "estar na moda", especialmente quando a alegada moda corresponde à sua genética porca e perversa: atuam com gosto, fazendo-o com os métodos brutais usuais da labregagem e manipulando conceitos "politicamente corretos". Portugal já não é só um lugar mal frequentado: Portugal é um pântano de perversão e aberração. O aumento dos abusos de crianças é protagonizado nomeadamente pelos "avozinhos", ex-pobres, habituados a violar mulas e vacas, que agora são "urbanos", "classe média", a viverem de pensões suportadas pelos cada vez menos jovens que pagam impostos, imundos monstros tugareses, para os quais ainda está para chegar uma solução que liberte o mundo desses vermes. Acredito que o suicídio de jovens em Portugal e a disseminação da homossexualidade estão correlacionados com os abusos praticados por estes monstros e outros similares. Há que fazer acontecer justiça e meter-lhes um chip no cérebro é insuficiente para o nível de perversidade em causa. Portugal é o país que já perdeu a independência devido a um rei maricas, porque foi abusado pelo preceptor, um jesuíta açoreano de apelido Bettencourt da Câmara. Portugal é o país das monstruosidades da casa pia. Portugal é o lugar dos monstrengos avozinhos e até pais pedófilos, protegidos por mulheres sem escrúpulos, tão criminosas como os próprios monstros. Portugal necessita uma solução final, que fique exemplarmente na história.