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Manuela Moura Guedes: há 9 anos existiam mais que indícios!

Haviam também inúmeros casos: Freeport, a licenciatura, as casas "foleiras" desenhadas por Sócrates, Cova da Beira... Pinto Monteiro era o "arquivador-geral" - ele e Cândida Almeida - com a  ajuda da inspetora Alice, em Setúbal, que investigava o Freeport. Subverteu-se totalmente o Estado de Direito e foram tod@s cúmplices! (quando foi afastada, Manuela Moura Guedes, investigava também o caso Portucale, os Submarinos e as PPP)

Pinto Monteiro e Cândida Almeida, assim como a tal "inspetora Alice", nomeadamente, deveriam ser investigados pelo encobrimento dos casos do ex-primeiro ministro. Os empréstimos feitos pela CGD, no tempo de Vara, têm de ser divulgados e o conselho de administração não pode impedir que tal aconteça: será um atentado ao Estado de Direito - e terá de ter consequências - se impedirem que as pessoas conheçam a quem Vara emprestou os dinheiros do "banco do Estado". 

Foi patético que toda a "classe política" (e até a "jornalista de investigação", ex-namorada do "ingenheiro", alto lá! jornalista de investigação?!!!), fossem tod@s, literalmente tod@s, "enganad@s" por um Sócrates à portuguesa-concerteza, que, tranquilamente, @s embalou com o conto de cordel da fortuna herdada do contrabando de volfrâmio, que só pode dar para rir. Como dará para rir a constatação do caso dos submarinos continuar a escapar-se, serenamente, entre os "pingos da chuva"...

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