500 milhões na defesa, justiça e segurança e 3.500 mil milhões na segurança social, saúde e educação.
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e deduz-se cristalinamente que 1) os governos tugas, perversamente,
cortam mais nos sectores que não conseguem fazer grandes "ondas"; 2)
"entidades", "autoridades", IP's, fundações e outros gritantes e
indecentes parasitismos, pagos a preço de ouro pelos contribuintes, são
para manter; 3) os 3 MM de despesas com as "instituições políticas" são
intocáveis, podem portanto os srs deputados, os juízes do TC e por aí
fora, continuar a andar em carros topo de gama que os contribuintes
pagam e continuarão a pagar; 4) os 19 MM de "despesas extraordinárias"
não serão escalpelizados (nem convém); 5) um país assim não terá futuro.
Se o valor total das "prestações sociais" é de 37628,9 milhões de euros, estamos perante um número "avassalador", mas note-se que se existem largos milhares de jovens "sem estudar nem trabalhar" se deveria equacionar um sistema que, me vez de se lhes dar o RSI, lhes oferecesse formação: uma formação "a sério", diferente das formações passús/relvas, feitas à medida das "empresas jotas". Uma formação (com passe social para a deslocação, e subsídio de refeição, como têm os polícias e os juízes) uma formação que corresponda ás necessidades reais do país, aproveitando-se os professores com "horários-zero", nomeadamente (o IEFP daria um útil departamento do ministério da educação, elevando-se a formação profissional à categoria de "educação" e enxotando-se a "boyzada" dos partidos que povoa este IP, como acontece com todos os IP's). Claro que neste momento essa é a preocupação menor do governo, se é que existe: trata-se simplesmente de cortar cegamente para proteger os boys e seus cargos platinados, assim como as mordomias inaceitáveis dos membros das "instituições políticas", e criar novas "janelas de oportunidades" para novas configurações de ppp's e outros negócios altamente lucrativos, pendurados no OE, à boa maneira "empresarial tuga", para as novas (e a criar "na hora") "empresas amigas". Sempre foi assim, na tugolândia, e sempre será. Até ao grande estouro final.
A possível aplicação, em Portugal, do sistema dual de formação profissional alemão, que pretende que um jovem aprenda qualificações teóricas enquanto pratica essa teoria em contexto de trabalho nas empresas, têm sido um dos temas abordados nas várias reuniões mantidas entre o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, e o seu homólogo alemão, Philipp Rösler.
Se o valor total das "prestações sociais" é de 37628,9 milhões de euros, estamos perante um número "avassalador", mas note-se que se existem largos milhares de jovens "sem estudar nem trabalhar" se deveria equacionar um sistema que, me vez de se lhes dar o RSI, lhes oferecesse formação: uma formação "a sério", diferente das formações passús/relvas, feitas à medida das "empresas jotas". Uma formação (com passe social para a deslocação, e subsídio de refeição, como têm os polícias e os juízes) uma formação que corresponda ás necessidades reais do país, aproveitando-se os professores com "horários-zero", nomeadamente (o IEFP daria um útil departamento do ministério da educação, elevando-se a formação profissional à categoria de "educação" e enxotando-se a "boyzada" dos partidos que povoa este IP, como acontece com todos os IP's). Claro que neste momento essa é a preocupação menor do governo, se é que existe: trata-se simplesmente de cortar cegamente para proteger os boys e seus cargos platinados, assim como as mordomias inaceitáveis dos membros das "instituições políticas", e criar novas "janelas de oportunidades" para novas configurações de ppp's e outros negócios altamente lucrativos, pendurados no OE, à boa maneira "empresarial tuga", para as novas (e a criar "na hora") "empresas amigas". Sempre foi assim, na tugolândia, e sempre será. Até ao grande estouro final.
A possível aplicação, em Portugal, do sistema dual de formação profissional alemão, que pretende que um jovem aprenda qualificações teóricas enquanto pratica essa teoria em contexto de trabalho nas empresas, têm sido um dos temas abordados nas várias reuniões mantidas entre o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, e o seu homólogo alemão, Philipp Rösler.
(é de facto marabilhoso, com b, mas não nos podemos esquecer das centenas de milhares de adultos que não trabalham e não possuem quaisquer competências, nem vontade de as adquirir e/ou trabalhar, assim como dos jovens que "nem trabalham nem estudam" - digamos que tem de haver formação compulsiva e trabalho compulsivo para os adultos, normalmente homens, que se limitam a "vegetar" e a viver "à conta" dos pais e/ou das "companheiras") (mas com o modelo alemão de certeza que "chegamos lá"...)