A Portugal Telecom promete levar a tribunal o investigador que, no
âmbito de uma tese de doutoramento, considerou haver “fortes indícios”
de corrupção no processo de instalação da Televisão Digital Terrestre,
anunciou hoje a empresa.
e os canais onde estão?
mario
, aveiro. 01.11.2012 16:31
Todavia, um dos argumentos para a implanatação da tdt seria o
aumento do nº de canais em sinal aberto, o que não veio a acontecer.
Apenas se gerou um negócio fabuloso a quem produz e comercializa os
aparelhos para captação do sinal digital, para ter acesso aos 4 canais
nacionais que antes já existiam em sinal aberto.
corrupção?
Anónimo , portugal. 01.11.2012 16:52
Corrupção? Incompetência? Canalhice? Nada disso, como é
evidente. É tudo gente de bem. Há é virtualidades que não foram
disponibilizadas e muita gente que mesmo com aparelhos não consegue ver
TV. Mas isso não é problema da PT
eles sabem que há limites e fronteiras onde se deve travar a acusação específica, quer por motivos judiciais, quer por outros mais ponderosos, em particular os resultantes da re-redistribuição da riqueza por via da publicidade – quanta dela desnecessária por ser de empresas que funcionam em regime de monopólio real ou de cartel mal disfarçado por entidades reguladoras de fachada – paga em órgãos de comunicação social com estruturas não suportadas pelas vendas.
"Fronteiras" (ou da auto-censura)
Dos refundadores
Os refundadores foram, historicamente, gente vingativa e com instintos sanguinários, seja no sentido mais literal, seja no sentido mais metafórico. São herdeiros de ideologias ou modos de estar totalitários, seja por herança directa, seja por reacção (e neste caso julgam-se ainda mais justos, por julgarem estar a reagir a uma injustiça anterior).
Tentam passar por firmes quando apenas são autoritários.
Enquanto se movem fora da esfera do poder ou apenas nas suas franjas, tentam passar por livres pensadores, inovadores, gente que só quer salvar o interesse comum. A verdade é que praticamente todos apenas pretendem dominar o aparelho de Estado e, usando dos mecanismos (olá Foucault, que alguns leram em novos, mas só uma ínfima parte percebeu para além dos maneirismos) da violência legítima (literal ou metafórica) proceder ao silenciamento ou extermínio físico ou social daqueles que ousaram opor-se à sua ascensão para além da coreografia.