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Mensagens

Homenagem Póstuma

[9 de Abril de 2009]

Padre Ângelo Minhava (15/1/1919 - 2/12/2016)

Monsenhor Ângelo Minhava (dignidade recebida a 20 de Abril de 1997, aquando das bodas de diamante da Diocese de Vila Real) nasceu na freguesia de Ermelo, concelho de Mondim de Basto, a 15 de Janeiro de 1919. Optando pela vida religiosa, é ordenado sacerdote, no Seminário de Vila Real, onde lecciona Música, Latim, Literatura e Francês. A sua carreira docente passa também pelo Ciclo Preparatório e pela Escola Técnica de Vila Real onde ministra Música e Religião e Moral. A partir de 1946, organiza e ministra o Orfeão do Seminário e também o Orfeão do Liceu Camilo Castelo Branco. É igualmente responsável por vários grupos corais e teatrais, em diversas terras do distrito. Presta colaboração periódica em muitos jornais e revistas. É autor de obras em poesia, teatro e, sobretudo, de música. Literárias: Cabrilíada (1947, poema herói cómico lírico); Poesias dispersas; Bengala Milagreira (1953, comédia); A Bruxa (1964, farsa); Modas e Modinhas (1958, peça teatral); A Fei...

Requiem

Sílvio Joaquim Francisco Ferreira Teixeira (19/11/1928 - 26/7/2016)

Foi Sílvio Teixeira quem criou pela primeira vez, em Vila Real, uma indústria com "tecnologia de ponta", a fábrica de lentes oftálmicas, "Polo", que, na época em que Sílvio Teixeira a dirigiu, exportava o grosso da sua produção para a Alemanha, de onde o "sócio capitalista" (que avançou o "capital" e como tal proprietário da empresa) era originário. Sílvio Teixeira conseguiu, dessa maneira, criar cerca de 150 postos de trabalho (a fábrica funcionava ininterruptamente com três turnos de operários) industriais, muito bem remunerados para a época, em Vila Real, num tempo em que aquela cidade era basicamente uma comunidade rural, com uma fábrica rudimentar de tijolos... A Assembleia Municipal de Vila Real, no seu voto de pesar , esqueceu essa contribuição de Sílvio Teixeira para o emprego, o bem estar e o desenvolvimento de Vila Real (diga-se de passagem que o "bom povo" vilarealense tratou indecentemente o maior criador de postos de t...

"Justiça" absolve funcionário da justiça... *

O médico confirmou no tribunal que o idoso estava subnutrido quando deu entrada na unidade de saúde. Morreu horas depois, com sinais evidentes de maus-tratos pelo corpo, mas os juízes dizem que a morte se deve a causas naturais, não havendo relação direta. O coletivo entendeu ainda que o facto de o arguido, - funcionário judicial - deixar o pai e uma tia, de 85 e 87 anos, em completo abandono, não é crime. E por isso absolveu-o. in Correio da Manhã * que se apoderava do dinheiro das aposentações do pai e da tia  que deixou ao abandono...
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