Para a associação científica, está em causa "os progressos no ensino da Matemática duramente conquistados", e as alterações aprovadas configuram "um retrocesso" a "conceções antiquadas e anticientíficas predominantes há 50 anos e completamente ultrapassadas pela investigação científica moderna", defendendo também que o documento consagra a "superficialidade no tratamento de vários temas", o que, entre outros aspetos, prejudica a "devida preparação em matemática de jovens para cursos do ensino superior".