O padre Joaquim Milheiro, as irmãs Maria Arminda Costa, Maria Isabel Silva e Joaquina Carvalho começaram a ser julgados no Tribunal de Guimarães em abril do ano passado, seis anos após as buscas da PJ do Porto à congregação. Apenas Maria Arminda prestou declarações, para negar os crimes que lhe foram imputados. Conhecem a decisão do coletivo de juízes no próximo dia 23. Entre as acusações mais aterradoras, há um episódio em que as responsáveis da congregação religiosa serviram excrementos de cão a uma noviça doente
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O arcebispo emérito de Braga, D. Jorge Ortiga, confirmou em julgamento ter recebido cartas de duas noviças com denúncias de maus-tratos, antes mesmo das buscas da PJ no convento, mas nada fez. Só após o escândalo vir a público afastou a madre.