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Um refugiado islâmico decapitou um professor em Paris

O politicamente correto deixou que as coisas chegassem onde chegaram. Estes monstros do islão querem disseminar a atrocidade medieval, de forma premeditada e deliberada, na civilização ocidental. Os islâmicos são por essência terroristas. O islão não é uma religião da paz, como estupidamente os moles políticos europeus dizem: o islão é uma ideologia totalitária e violenta que se auto-atribui o desígnio e a legitimidade de se impôr ao resto do mundo. Não pode ser combatido com mantras "politicamente corretos", como a alvitante mentira de que o islão é uma religião da paz.

Será fatal se os defensores da causa tibetana a misturarem com outras, num "pack" sem sentido para muit@s d@s suas/seus simpatizantes, porque uma coisa é defender o budismo, outra, completamente oposta, é defender culturas fundadas numa religião da intolerância e do totalitarismo. 

A idiota Europa está a deixar que os seus cidadãos sejam trucidados. São refugiados de guerra? Mas a guerra é o resultado natural da religião intolerante que praticam e das seitas em que se dividem. São refugiados económicos? Mas a miséria é o resultado da religião e da cultura das trevas que ferozmente querem impôr ao mundo. A ferocidade é a essência do islão e da cultura patriarcal, que correspondem absolutamente à estrutura psíquica desses indivíduos e também à sua genética, bem consolidada e cimentada por gerações e gerações. Nem uma nem outra mudam. Foi um refugiado checheno quem decapitou Samuel Paty. Putin estava certo em perseguir o islâmico e "la France" acolheu-o para que o islâmico decapitasse um professor!

Pelo voto os cidadãos europeus têm de colocar um ponto final à atrocidade pois o politicamente correto nem os protege nem protege os valores europeus, condenando a Europa da inteligência e da "grande cultura" à auto-aniquilação.

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