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Contra os perversos na cultura, contra a perversão da cultura

NÓS, abaixo-assinad@s, declaramos que não daremos, pelo nosso silêncio ou indiferença, cobertura a:
- actos de censura cometidos a pretexto de proteger a reputação e os interesses de indivíduos ou grupos de indivíduos ligados ao poder
- atitudes de assédio laboral e/ou chantagem adoptadas a pretexto de impor o silêncio acerca de condições e de processos de trabalho
- modos de contratação que incluam exigências de obediência cega e sigilo coagido ao arrepio de direitos inscritos na constituição da república portuguesa
- posturas e procedimentos, explícitos ou ocultos, de controlo autoritário dos criadores e dos processos de criação viabilizados por fundos públicos, que emanem de responsáveis

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A Caixa Geral de Aposentações, a "segurança social" dos funcionários públicos, também paga pensões a reformados do setor privado, muitas delas milionárias.   No próximo mês de maio, por exemplo, começa a pagar uma reforma de 5000 euros a um dirigente de um externato particular, ao abrigo de uma lei antiga feita aprovar pelo então primeiro-ministro, Aníbal Cavaco Silva. De acordo com a lista dos novos aposentados em maio, um ex-diretor pedagógico do Externato Marquês de Pombal Ensinus ficará com uma pensão de 5030 euros mensais brutos. Este estabelecimento pertence ao grupo Lusófona. jn.pt