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Quando @s deputad@s (a "justiça", ou que quer que seja *) não respeitam uma decisão validada em referendo, são obviamente suspens@s

Rainha Isabel II autoriza suspensão do Parlamento britânico até 14 de Outubro (Público, 28 de Agosto)


* eis que aparece em cena a não eleita "Câmara dos Lordes", nicho da "nobreza de sangue", e bloqueia um Brexit sem acordo, dado que o tal suposto acordo parece ser uma missão impossível e os britânicos, como quaisquer outros na mesma situação, preferem um não acordo a um acordo desfavorável. Os países disfuncionais e corruptos, que dependem da "indústria" terceiro-mundista do turismo e dos truques para atrairem dinheiro sujo, criando uma inflação do preço da habitação que torna a vida dos habitantes originais desses países ainda mais miserável (veja-se a aberração de nome Portugal), porque contam com a livre circulação na UE, nomeadamente para o Reino Unido, que apesar de não fazer parte do espaço Schengen tem sido um escape das tensões internas que esses regimes insustentáveis criam, agradecem aos "lordes"...  Ameaçar de prisão um primeiro-ministro que quer efetivar uma decisão suportada por um referendo, eleva a fasquia da "coisa" e mostra o caráter totalitário daquel@s que a toda a força e sem olharem a meios querem perverter os resultados do mesmo, inventando cenários apocalípticos para o único país, ainda da UE, que possui séria capacidade militar, paralelamente a uma indústria tecnológica de "ponta" que deixa para trás os mais desenvolvidos da UE, para além de partilhar um idioma comum ao resto dos países mais avançados do mundo. Obviamente o filme seguirá dentro de momentos.

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Das propinas

Nas três instituições que disponibilizaram os valores em dívida, a verba chega aos 3,6 milhões de euros. Na Universidade do Minho, Universidade Nova de Lisboa e Universidade de Coimbra há mais de 4500 antigos alunos em incumprimento. As universidades estão a cobrar uma taxa de juro de mora, aplicável às dívidas ao Estado, e cujo actual quadro legal fica em 1% ao mês, até um máximo de 7%. A Associação Académica de Coimbra defendeu um perdão de juros, mas a reitoria da universidade mais antiga do país recusa essa possibilidade . Mal ou bem os estudantes do ensino público disfrutam de um ensino subsidiado pelos contribuintes. O pagamento de propinas pode ajudar à clarificação do sistema de ensino superior em Portugal - onde existem cursos-lixo que seria bom para o país se desaparecessem definitivamente. Quanto aos juros, nos EUA, por exemplo, Obama está a tentar que os juros pagos pelos estudantes não voltem aos anteriores valores de cerca de 7% (exactamente!). Também está a zelar p...

Continuamos nesta? (II)

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Até parece que se aproxima o Armagedão

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