"Nos aeroportos portugueses, o número de menores detetados tem aumentado desde 2014, com mais de 20 entradas por ano, seguindo o mesmo esquema. Para as vítimas angolanas, Portugal é usado como ponto de entrada na UE enquanto o destino final dos menores divide-se por outros estados-membros da UE, especialmente Bélgica, França, Alemanha e Reino Unido. Parceiros da rede de tráfico mantêm uma base logística no país para facilitar as etapas iniciais do processo de exploração: alojamento das vítimas e organização dos seus movimentos", garante a Europol