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Há que acabar com a insultuosa imunidade/impunidade dos magistrados judiciais (*)

para corruptos como o juiz Rangel e sua ex-mulher, também juíza da relação, poderem ser presos (se até um ex-primeiro ministro foi preso, para evitarem que destruísse provas e dificultasse o apuramento da verdade, é simplesmente o cúmulo dos cúmulos, e uma inenarrável aberração, que, graças ao seu "estatuto", os magistrados judiciais sejam deixados livres, nas mesmíssimas circunstâncias: algo está podre e a cheirar mal no reino da Tugolândia.

(*) garantida pelo Estatuto dos Magistrados Judiciais, e, já agora, acabar-se com o estatuto de titular de cargo de orgão de soberania (ou restringi-lo ao Presidente da República e pouco mais), que só serve para proteger criminosos  e perversos, como, por exemplo, o embaixador Jorge Ritto, no tempo em que andava ao engate de menores na Alemanha, onde não o puderam prender devido à imunidade (neste caso impunidade) diplomática [re-enviaram-no para Portugal, onde nada lhe aconteceu, claro!, acabando a carreira pedófila, perdão, carreira diplomática, como representante de Portugal na UNESCO, em Paris (onde terão acontecido "histórias" que não chegaram a Portugal), tendo sido "caçado" posteriormente no processo Casa Pia, onde só foi preso porque já estava aposentado...]

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