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Devi a Rebelde - Irène Frain

Devi («deusa» em hindi) é o nome de uma mulher-bandido que aterrorizou a Índia entre 1981 e 1983, tornando-se tão conhecida como a Senhora Gandhi, depois de vingar-se de uma violação colectiva e do assassínio do amante. Embora adorada por milhares de párias como se fosse uma divindade, nunca ninguém, até ao final da sua aventura, lhe tinha visto a cara. Neste livro é, pois, descrita a história da sua vingança, no fundo das ravinas onde se bebe, segundo dizem, a revolta com a água dos rios. Devi é um autêntico mito vivo: revoltada contra a ordem multimilenária que rege o seu mundo e se opõe à modernidade, tornou-se, através das peripécias que esmaltam a sua prodigiosa odisseia, o símbolo de todos aqueles que reclamam justiça e se batem pela sua dignidade.

Nota: Devi foi assassinada, depois de ter passado onze anos na prisão e posteriormente ter sido eleita para o Parlamento. Assassinada a tiro, apesar da proteção policial... A India de hoje continua criminosa e atroz.

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Das propinas

Nas três instituições que disponibilizaram os valores em dívida, a verba chega aos 3,6 milhões de euros. Na Universidade do Minho, Universidade Nova de Lisboa e Universidade de Coimbra há mais de 4500 antigos alunos em incumprimento. As universidades estão a cobrar uma taxa de juro de mora, aplicável às dívidas ao Estado, e cujo actual quadro legal fica em 1% ao mês, até um máximo de 7%. A Associação Académica de Coimbra defendeu um perdão de juros, mas a reitoria da universidade mais antiga do país recusa essa possibilidade . Mal ou bem os estudantes do ensino público disfrutam de um ensino subsidiado pelos contribuintes. O pagamento de propinas pode ajudar à clarificação do sistema de ensino superior em Portugal - onde existem cursos-lixo que seria bom para o país se desaparecessem definitivamente. Quanto aos juros, nos EUA, por exemplo, Obama está a tentar que os juros pagos pelos estudantes não voltem aos anteriores valores de cerca de 7% (exactamente!). Também está a zelar p...

Continuamos nesta? (II)

Os ajustes diretos deixaram de ser exceção para se tornarem regra. A acusação é de Reis Campos, presidente da AICCOPN, que garante: "Em 2011, 90,6% dos contratos celebrados foram por ajuste direto".  O recurso excessivo a esta forma de adjudicação "não garante a transparência" no setor, nem salvaguarda "o interesse público", alerta o presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas do Norte (AICCOPN). jn.pt

Até parece que se aproxima o Armagedão

Investors demanding high premiums for holding Italian and Spanish bonds as fears of double-dip recession grow . " F ears about the impact of savage austerity measures in  Spain  and  Italy "   " Shares in Madrid dropped by almost 3% to hit their lowest level since March 2009" "Shares were also much lower on Wall Street, where the fallout from Europe exacerbated fears that the US recovery is petering out"