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“Portugal devia estar a preparar, há muito tempo, uma saída ordenada do Euro”

Miguel Tiago, o coordenador dos deputados comunistas na comissão parlamentar de inquérito ao BES e ao Grupo Espírito Santo, considera que as propostas do Governo grego são “inconciliáveis” com a União Europeia.

Nota: convenhamos que a corrupção endémica e avassaladora dos países do Sul [não consta que nos países do Norte da Europa exista um Ricardo Espírito Santo, pelo menos com a grande dimensão de Estado que cá atingiu, excluindo-se a Grâ-Bretanha (onde também não existe nem existiu algo similar) que não é um país do "Norte da Europa" e que é um caso à parte, devido ao peso da city no seu PIB] conduziu à presente situação, pelo menos tanto quanto os "mercados internacionais"... O gregos não querem abandonar o Euro porque não confiam nas suas estruturas nacionais, a quem não querem entregar totalmente os destinos do país. Estão certos, mas a verdade é que a UE, especialmente durante o mandato desse tugo-liberal Barroso, bem conhecedor daquilo que "a casa gasta", assistiu impávida a serena à brutal corrupção nos países do Sul, sendo portanto cúmplice dessa corrução criminosa.

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