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É pouco para um monstro desta espécie! É necessário mudar a lei. *

Pedro Vieira foi condenado a 21 anos de prisão, esta quinta-feira, por matar a namorada Mayara, cujo o corpo foi encontrado queimado no forno de uma serração abandonada em Santa Lucrécia de Algeriz, arredores de Braga.

* num país onde monstros destes proliferam, 25 anos como pena máxima é brincar com o mais elevado direito, que é o direito à vida, assim como com a promoção e proteção efetiva dos "direitos humanos". Obviamente para se pôr um termo a esta espécie de genocídio [mas para que serve a UE se, depois de várias décadas, nem sequer conseguiu fazer respeitar o direito à vida, liberta de chantagens e ameaças, num Estado fundador do Euro?!] é necessário instaurar-se um estado de excecionalidade: primeiro há que salvar as potênciais vítimas e, simultaneamente, educar, criativa mas estritamente, as futuras gerações para o respeito primordial pelas integridade física e psicológica dos outros seres. Sem isto o lugar não merece continuar a existir como Estado independente e soberano.

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A Caixa Geral de Aposentações, a "segurança social" dos funcionários públicos, também paga pensões a reformados do setor privado, muitas delas milionárias.   No próximo mês de maio, por exemplo, começa a pagar uma reforma de 5000 euros a um dirigente de um externato particular, ao abrigo de uma lei antiga feita aprovar pelo então primeiro-ministro, Aníbal Cavaco Silva. De acordo com a lista dos novos aposentados em maio, um ex-diretor pedagógico do Externato Marquês de Pombal Ensinus ficará com uma pensão de 5030 euros mensais brutos. Este estabelecimento pertence ao grupo Lusófona. jn.pt