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@s deputad@s não insistem muito porque vári@s estão envolvid@s em outras "negociatas"

Os deputados não insistiram nessa linha que, como se sabe, surgiu após as escutas telefónicas no caso Portucale e levantaram suspeitas de financiamento partidários e comissões ilegais - um método comum numa das empresas do GSC, a Ferrostaal, que viu dois dos seus administradores serem condenados por corrupção, em Munique, precisamente pelo pagamento de “luvas” na venda de submarinos à Grécia e à África do Sul, num processo que também envolve Portugal.
Muitos dos fluxos financeiros entre as várias partes deste negócio fluíram através de off-shores.

"Há alemães condenados na Alemanha por corromperem pessoas em Portugal no quadro deste contrato de aquisição de submarinos e em Portugal não se sabe quem são os corrompidos"

Entretanto, a desconstrução de algumas das tretas (para povo, deliberadamente mantido bruto e inculto, engolir) dos "economistas de formação".

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A Caixa Geral de Aposentações, a "segurança social" dos funcionários públicos, também paga pensões a reformados do setor privado, muitas delas milionárias.   No próximo mês de maio, por exemplo, começa a pagar uma reforma de 5000 euros a um dirigente de um externato particular, ao abrigo de uma lei antiga feita aprovar pelo então primeiro-ministro, Aníbal Cavaco Silva. De acordo com a lista dos novos aposentados em maio, um ex-diretor pedagógico do Externato Marquês de Pombal Ensinus ficará com uma pensão de 5030 euros mensais brutos. Este estabelecimento pertence ao grupo Lusófona. jn.pt