"Este crime teve lugar na Índia, mas convoca toda a humanidade. A segurança das mulheres é fundamental, mas nunca poderá estar desligada da sua liberdade plena", lê-se ainda no mesmo voto, que termina dizendo que a Assembleia da República "expressa o seu profundo repúdio pelo crime ocorrido em Nova Deli e expressa a sua solidariedade com as mulheres e o povo indiano e reafirma o seu compromisso no combate a todas as formas de violência contra as mulheres".
* como os portugueses gostam de comparações, para se tentarem convencer que "até não somos assim tão maus", compare-se com Espanha: 45 mulheres assassinadas em 2012. Como Espanha é quatro vezes maior, conclui-se que os portugueses são cerca de 3.5 vezes mais perversos e assassinos que os espanhóis.
Agora, que o mundo exige - e bem - o enforcamento dos criminosos violadores, e tal previsivelmente acabará por acontecer, é no mínimo hipócrita vir o parlamento português com votos e discursos de indignação, quando este mesmo parlamento português, depois de dezenas de anos de assassinatos e atrocidades brutais, ainda não mudou as leis para os agressores e assassinos serem devidamente penalizados, com penas efectivas superiores a 45 anos de prisão (actualmente vão até 25 anos, mas ao fim de 8 ou 10 anos de "bom comportamento" já estão em liberdade), sem possibilidade de reduções e "perdões", e as vítimas eficazmente protegidas. É no mínimo hipócrita esta "indignação" dos políticos portugueses face ao que aconteceu na índia (e que não é novo!). Os tugas, se pensam que uma vez mais se vão safar entre os pingos de chuva, à boa maneira tuga-chico-esperto, estão enganados, porque há-de acontecer uma união jurídica na Eurozona e estes crimes serão tratados com a devida mão pesada. Isto é "na melhor das hipóteses", porque na pior das hipóteses fica tudo como está porque a UE continua ridícula e impotente e o lugar vai apodrecendo "naturalmente". Nessa altura os "mercados" vão-se aperceber que Portugal vai definhar até colapsar e "fecham a torneira". Pena que não o façam por considerações éticas...
* como os portugueses gostam de comparações, para se tentarem convencer que "até não somos assim tão maus", compare-se com Espanha: 45 mulheres assassinadas em 2012. Como Espanha é quatro vezes maior, conclui-se que os portugueses são cerca de 3.5 vezes mais perversos e assassinos que os espanhóis.
Agora, que o mundo exige - e bem - o enforcamento dos criminosos violadores, e tal previsivelmente acabará por acontecer, é no mínimo hipócrita vir o parlamento português com votos e discursos de indignação, quando este mesmo parlamento português, depois de dezenas de anos de assassinatos e atrocidades brutais, ainda não mudou as leis para os agressores e assassinos serem devidamente penalizados, com penas efectivas superiores a 45 anos de prisão (actualmente vão até 25 anos, mas ao fim de 8 ou 10 anos de "bom comportamento" já estão em liberdade), sem possibilidade de reduções e "perdões", e as vítimas eficazmente protegidas. É no mínimo hipócrita esta "indignação" dos políticos portugueses face ao que aconteceu na índia (e que não é novo!). Os tugas, se pensam que uma vez mais se vão safar entre os pingos de chuva, à boa maneira tuga-chico-esperto, estão enganados, porque há-de acontecer uma união jurídica na Eurozona e estes crimes serão tratados com a devida mão pesada. Isto é "na melhor das hipóteses", porque na pior das hipóteses fica tudo como está porque a UE continua ridícula e impotente e o lugar vai apodrecendo "naturalmente". Nessa altura os "mercados" vão-se aperceber que Portugal vai definhar até colapsar e "fecham a torneira". Pena que não o façam por considerações éticas...