É-me difícil de compreender como a UE tem montes de bombas atómicas produz alta tecnologia e os melhores carros do mundo mas não tem uma agência de notação credível e poderosa *
O governador do Banco Nacional austríaco classificou o actual momento da crise da dívida como a “calma que precede a tempestade” e advertiu que as agências de notação não perderam a influência e que podem gerar novas inseguranças.
“Temo que este momento é da calma que precede a tempestade”, disse Ewald Nowotny, que também é membro do conselho do Banco Central Europeu (BCE), numa entrevista ao jornal Vorarlberger Nachrichten, citada pela EFE.
Nowotny lembrou que a Moody’s anunciou que nos finais de Abril irá renovar a notação financeira (rating) de 110 bancos europeus, o que poderá trazer “certas inseguranças” para a Europa.
Segundo o governador do Banco Nacional da Áustria, a crise da dívida na Europa não foi ultrapassada e a Grécia continua a ser o principal factor de risco.
Nowotny disse ainda que em Portugal e na Irlanda a situação melhorou e que em Espanha e Itália foram aplicadas reformas, pelo que se deve dar tempo a estes países.
O responsável manifestou-se seguro de que o euro continuará a existir e que países como a Polónia e Dinamarca irão abrir o debate sobre a adesão da moeda única. publico.pt
* não terá isto por acaso a ver com o papel ambiguo do Reino Unido que valoriza mais a sua aliança "privilegiada" com os EUA e a "sua" Commonwealth que a UE?
“Temo que este momento é da calma que precede a tempestade”, disse Ewald Nowotny, que também é membro do conselho do Banco Central Europeu (BCE), numa entrevista ao jornal Vorarlberger Nachrichten, citada pela EFE.
Nowotny lembrou que a Moody’s anunciou que nos finais de Abril irá renovar a notação financeira (rating) de 110 bancos europeus, o que poderá trazer “certas inseguranças” para a Europa.
Segundo o governador do Banco Nacional da Áustria, a crise da dívida na Europa não foi ultrapassada e a Grécia continua a ser o principal factor de risco.
Nowotny disse ainda que em Portugal e na Irlanda a situação melhorou e que em Espanha e Itália foram aplicadas reformas, pelo que se deve dar tempo a estes países.
O responsável manifestou-se seguro de que o euro continuará a existir e que países como a Polónia e Dinamarca irão abrir o debate sobre a adesão da moeda única. publico.pt
* não terá isto por acaso a ver com o papel ambiguo do Reino Unido que valoriza mais a sua aliança "privilegiada" com os EUA e a "sua" Commonwealth que a UE?