Lourenço "preocupado" com ausência dos militares
Para o pensador, as ausências de Mário Soares e de Manuel Alegre das comemorações no Parlamento "são escolhas que se percebem na perspetiva do passado" destes políticos, considerando "mais difícil de explicar como é que os militares de Abril não quiseram estar presentes".
"É um sinal que se percebe, mas que pode ser lido com alguma preocupação", disse, em declarações à agência Lusa no final do colóquio "Eduardo Lourenço: as paisagens matriciais e os tempos de Coimbra".
"[É] um aviso de que, se o país não encontra uma saída honrosa para esta situação que está a viver - estamos a ser tutelados momentaneamente por uma comissão exterior -, se isto realmente não tiver uma saída positiva, que se espera, eles avisaram que o Exército, eles que fizeram a outra revolução, poderiam estar prontos, talvez não os mesmos, mas outros militares podiam outra vez intervir na vida pública - espero que isso não aconteça", afirmou. jn.pt
Eu acredito que os militares sabem que Portugal é território da UE e uma parte geo-estratégica e logística inalienável do "ocidente". E devem saber que aventuras militares no território da UE não serão toleradas. Sobretudo é estranho que os militares só se dessem conta da situação do país depois das PPP, contratos e "negociatas de Estado"que o arruinaram terem sido concretizadas, o que me leva a crer que não estão a cumprir o dever da imparcialidade e isenção a que estão obrigados. Portugal, dadas as suas fragilidades, deveria acabar com o exército, que não tem grande utilidade e é um sorvedouro de dinheiro, mantendo a marinha, uma força aérea reduzida e a GNR.
No entanto a manterem-se os sacrifícios para os mesmos de sempre enquanto os mesmos de sempre (incluindo TAP's, RTP's, PPP's e "rendas") mantêm os privilégios de sempre, alguma coisa vai ter de acontecer e a UE ou força o governo a mudar de rumo ou arrisca-se a ter um problema grave a juntar aos outros todos que já tem e que pode arrastá-la numa espiral de consequências imprevisíveis. Se por mero caso houvesse um golpe militar em Portugal, qualquer país da UE poderia ocupar Portugal para re-estabelecer a "lei e a ordem" e isso criaria um precedente que poderia ser fatal para a UE e para o "mundo livre".
Eu acho que o ruído feito à volta do assunto - quando todos sabem bem que os militares portugueses nem têm qualquer poder no contexto da UE nem se atreveriam a irritar as potências que de facto têm poder militar e que não hesitariam em repôr a "lei e a ordem" no território da UE - ou é puro ruído de uns velhos a quem ninguém liga mas que vivem de "reformas douradas" pagas pelos contribuintes, ou então tem o objectivo de desviar as atenções de toda a corrupção e de todas as "negociatas de Estado" que estão a começar a ser conhecidas, no sentido de tentarem proteger os interesses dos grupos económicos e dos individuais que delas beneficiaram, assim como tentar desviar a opinião pública e os media dos julgamentos de corrupção mediáticos que estão a acontecer (e dos que se seguirão) para que a "justiça" produza "mais do mesmo", ou seja, garanta a impunidade dos grandes corruptos de Estado. Só assim se pode perceber o porquê de tanto ruído devido a um "não acontecimento".
De resto basta dar uma olhadela aos jornais espanhóis, nomeadamente, para se perceber que as problemáticas levantadas em Portugal não só estão totalmente desfasadas do resto do mundo, como não preocupam absolutamente ninguém.
No entanto a manterem-se os sacrifícios para os mesmos de sempre enquanto os mesmos de sempre (incluindo TAP's, RTP's, PPP's e "rendas") mantêm os privilégios de sempre, alguma coisa vai ter de acontecer e a UE ou força o governo a mudar de rumo ou arrisca-se a ter um problema grave a juntar aos outros todos que já tem e que pode arrastá-la numa espiral de consequências imprevisíveis. Se por mero caso houvesse um golpe militar em Portugal, qualquer país da UE poderia ocupar Portugal para re-estabelecer a "lei e a ordem" e isso criaria um precedente que poderia ser fatal para a UE e para o "mundo livre".
Eu acho que o ruído feito à volta do assunto - quando todos sabem bem que os militares portugueses nem têm qualquer poder no contexto da UE nem se atreveriam a irritar as potências que de facto têm poder militar e que não hesitariam em repôr a "lei e a ordem" no território da UE - ou é puro ruído de uns velhos a quem ninguém liga mas que vivem de "reformas douradas" pagas pelos contribuintes, ou então tem o objectivo de desviar as atenções de toda a corrupção e de todas as "negociatas de Estado" que estão a começar a ser conhecidas, no sentido de tentarem proteger os interesses dos grupos económicos e dos individuais que delas beneficiaram, assim como tentar desviar a opinião pública e os media dos julgamentos de corrupção mediáticos que estão a acontecer (e dos que se seguirão) para que a "justiça" produza "mais do mesmo", ou seja, garanta a impunidade dos grandes corruptos de Estado. Só assim se pode perceber o porquê de tanto ruído devido a um "não acontecimento".
De resto basta dar uma olhadela aos jornais espanhóis, nomeadamente, para se perceber que as problemáticas levantadas em Portugal não só estão totalmente desfasadas do resto do mundo, como não preocupam absolutamente ninguém.

