Do Japão ao Porto em bicicleta
Taro Hayashibara chegou ao Porto depois de começar a pedalar em Janeiro de 2011. Voou do Japão para Hong Kong de onde pedalou para Shenzhen, na província de Guangdong, e depois para Yunnan. Teve de apanhar um combóio de Sichuan para Wuwei porque tinha um visa de 3 meses, que não seriam suficientes para atravessar toda a China sempre de bicicleta. Depois contornou o deserto de Taklamakan e entrou no Kyrgyzstan onde teve de confrontar-se com um vento terrível, acompanhado de granízo e um frio de rachar. "Pensava que ia morrer", confessa-nos Taro. Seguidamente continuou para o Kazakhstan e daí desceu para Uzbekistan (não sendo sua preocupação tomar o caminho mais directo). "Eu não sou bom a escrever", retorquiu com um amplo sorriso quando alguém lhe sugeriu escrever um livro.
Não foi para o Turkmenistan porque só lhe davam um visa de 4 ou 6 dias, e então decidiu atravessar o Mar Cáspio a partir de Aqtau, em Kazakhstan, para Baku (Arezbaijan) onde continuou para Tiblisi, a capital da Geórgia. De Kutaisi ("good city") foi para Poti, Batumi e dali desceu pela costa até à Turquia, onde chegou finalmente a Istambul.
Depois foi "só" continuar para a Grécia, onde tomou um ferry para Bari, atravessando a Itália, o sul da França, Catalunha, e, sempre pela costa, passou pela Isla Cristina e chegou a Tavira ("a month ago").
Não foi para o Turkmenistan porque só lhe davam um visa de 4 ou 6 dias, e então decidiu atravessar o Mar Cáspio a partir de Aqtau, em Kazakhstan, para Baku (Arezbaijan) onde continuou para Tiblisi, a capital da Geórgia. De Kutaisi ("good city") foi para Poti, Batumi e dali desceu pela costa até à Turquia, onde chegou finalmente a Istambul.
Depois foi "só" continuar para a Grécia, onde tomou um ferry para Bari, atravessando a Itália, o sul da França, Catalunha, e, sempre pela costa, passou pela Isla Cristina e chegou a Tavira ("a month ago").

