Jessica Reinisch, da Universidade de Londres, disse à BBC que Dicks acreditava que iria conseguir libertar Hess da sua obsessão por Hitler. Mas isso era demasiado optimista, considerou. “Penso que eles usaram Hess com a ideia de que este era um nazi extremo e fanático que foi atraído por Hitler por razões que também estão relacionadas com factores subconscientes, incluindo a procura de uma figura autoritária, um substituto de uma figura paterna”, disse Jessica Reinisch.
Nota: o que é inverosímel é que os alemães tivessem grande admiração pelos ingleses e muito menos que os considerassem "superiores". Desde o romantismo que a Alemanha "abriu portas" ao mundo e definiu a "grande cultura". Também na filosofia foi a Alemanha que se afirmou como o verdadeiro receptáculo da Grécia clássica. Ainda hoje são os ingleses que se submetem à cultura germânica, nomeadamente na "música erudita", sendo a música inglesa "universalmente" considerada pouco criativa, "neo-clássica" e sem "rasgos". E a cultura pop? Seguro que sim. NInguém escuta rock alemão... No entanto não sei até que ponto a tal cultura pop britânica não corresponderá ao que de mais simples a criatividade humana pode conceber...
Aliás basta pensar-se em alguma arte contemporânea britânica que mais não é do que a manipulação do "mercado" ao qual se vende gato por lebre. Estou a pensar especificamente em Damien Hirst, mas obviamente que não tenho nenhuma pena do "mercado", antes pelo contrário, pois foi o próprio "mercado" quem criou, ou activamente ajudou a criar, o "produto". De resto quem investe em arte sem intuir o que é gato e o que é de facto lebre - com a agravante de no caso de Hirst o "mercado" saber bem como alcançou notoriedade, que o gato não somente era gato como era um gato sem raça específica, deixaram-o andar e creditaram-o porque o "equívoco" até estava a "dar" e dava para todos (e continua por enquanto a "dar") - merece o(s) gato(s) tinhoso(s) que ajudou a criar e nada melhor que isso, porque um dia por mais saldos que façam ninguém vai querer aquilo para nada, excepto o crâneo e as estantes forradas a diamantes... Ha! As colagens com borboletas - tão simétricas, tão bem arranjadinhas, tão... tão... decorativas! - ficarão bem em qualquer casa de banho de qualquer novo rico, sobretudo daqueles russos bilionários, não se sabe como mas imagina-se, que gostam de "arte" que tenha diamantes. Só tenho mesmo pena da chacina das borboletas... Adiante.
O nazismo considerava os nórdicos "superiores" na medida em que biologicamente melhor correspondiam ao modelo ariano. Mas era tudo uma absurda e esquizofrénica farsa onde a psicopatologia era liminar e transversal: basta olhar-se para fotos e outros registos visuais do Goebels para se perceber a incoerência da "arianidade" dos nazis. Há quem afirme que Goebels tinha sangue judeu, coisa que a ser verdade constitui um caso de estudo "curioso".
Nota: o que é inverosímel é que os alemães tivessem grande admiração pelos ingleses e muito menos que os considerassem "superiores". Desde o romantismo que a Alemanha "abriu portas" ao mundo e definiu a "grande cultura". Também na filosofia foi a Alemanha que se afirmou como o verdadeiro receptáculo da Grécia clássica. Ainda hoje são os ingleses que se submetem à cultura germânica, nomeadamente na "música erudita", sendo a música inglesa "universalmente" considerada pouco criativa, "neo-clássica" e sem "rasgos". E a cultura pop? Seguro que sim. NInguém escuta rock alemão... No entanto não sei até que ponto a tal cultura pop britânica não corresponderá ao que de mais simples a criatividade humana pode conceber...
Aliás basta pensar-se em alguma arte contemporânea britânica que mais não é do que a manipulação do "mercado" ao qual se vende gato por lebre. Estou a pensar especificamente em Damien Hirst, mas obviamente que não tenho nenhuma pena do "mercado", antes pelo contrário, pois foi o próprio "mercado" quem criou, ou activamente ajudou a criar, o "produto". De resto quem investe em arte sem intuir o que é gato e o que é de facto lebre - com a agravante de no caso de Hirst o "mercado" saber bem como alcançou notoriedade, que o gato não somente era gato como era um gato sem raça específica, deixaram-o andar e creditaram-o porque o "equívoco" até estava a "dar" e dava para todos (e continua por enquanto a "dar") - merece o(s) gato(s) tinhoso(s) que ajudou a criar e nada melhor que isso, porque um dia por mais saldos que façam ninguém vai querer aquilo para nada, excepto o crâneo e as estantes forradas a diamantes... Ha! As colagens com borboletas - tão simétricas, tão bem arranjadinhas, tão... tão... decorativas! - ficarão bem em qualquer casa de banho de qualquer novo rico, sobretudo daqueles russos bilionários, não se sabe como mas imagina-se, que gostam de "arte" que tenha diamantes. Só tenho mesmo pena da chacina das borboletas... Adiante.
O nazismo considerava os nórdicos "superiores" na medida em que biologicamente melhor correspondiam ao modelo ariano. Mas era tudo uma absurda e esquizofrénica farsa onde a psicopatologia era liminar e transversal: basta olhar-se para fotos e outros registos visuais do Goebels para se perceber a incoerência da "arianidade" dos nazis. Há quem afirme que Goebels tinha sangue judeu, coisa que a ser verdade constitui um caso de estudo "curioso".