Não sabemos o que seria do legado de Anne Frank se ela tivesse sobrevivido e transformado aquela sensibilidade bastante especial em uma obra
Primo Levi passou os 40 anos seguintes a sua libertação em Auschwitz lembrando e não deixando que a Europa esquecesse o que aconteceu naqueles anos de insanidade e terror. Sua obra, que refunda a crônica histórica, o relato pessoal e a tentativa de entendimento de um colapso da civilização, praticamente criou um gênero próprio, o testemunho do horror.

