A homossexualidade é uma perversão *
"A homossexualidade é uma patologia caracterizada pela atracção por pessoas do mesmo sexo. Um homem que sente atracção física por outros homens, ou uma mulher que sente atracção física por outras mulheres. Nos indivíduos de género neutro, a homossexualidade manifesta-se pela atracção por objectos inanimados como paredes ou agrafadores." &
& nunca li tal coisa... tal afirmação ronda o anedótico. Poderá um verdadeiro asceta, do "género neutro", já que ultrapassou o desejo físico, ser homossexual? Obviamente que não. Já vi pretensos monges budistas homossexuais mas nem são verdadeiros monges nem verdadeiros budistas. São perversos disfarçados de monges budistas.
* e não uma doença. As doenças são ou poderão vir a ser curáveis, as perversões não porque correspondem à estrutura fundamental dos sujeitos. Os casos extremos dessa perversão são os pedófilos, gays ou "bi", como os criminosos do caso Casa Pia. Grandes criminosos estrangeiros circulam livremente por Portugal, contando com o ambiente "gay friendly" e a disseminação dos comportamentos perversos, colocando em grande risco crianças e adolescentes, assim como a própria continuidade do país. Quando Madeleine desapareceu, um desses grandes perversos, gay-pedófilo (o facto de alegadamente só se sentir atraído por rapazes não significa que não tivesse abusado e assassinado uma criança do sexo feminino, já que este tipo de grande criminoso é "camaleão": o mundo só estará a salvo quando lhes fôr aplicada a pena de morte, assim como a todos os grandes perversos re-incidentes), circulava livremente pela tugolândia.
"“Dizer que a homossexualidade resulta de uma relação exclusiva com a mãe, que o homossexual é um bissexual que se ignora…. Esta gênese da homossexualidade, que se passaria durante o complexo de Édipo, não faz sentido, porque constatamos que a atração pelo mesmo sexo existe desde muito cedo. Trata-se de um enigma. Constatamos que a atração pelo mesmo sexo aparece cedo, que a homossexualidade não está ligada a uma repressão da mãe e tampouco a um gene. A explicação não está na natureza, ela está na cultura”. (Roudinesco, 2016). "
Eis uma leitura profundamente errada. Devido a motivos religiosos e culturais a homossexualidade foi favorecida, quando criticada ou mesmo proibida, e "normalizou-se", aberta ou "clandestinamente". Nomeadamente em culturas em que as mulheres eram consideradas seres inferiores, ou "impuras", a homossexualidade foi incentivada. Igualmente em culturas em que as mulheres funcionam, na realidade subliminar, pois já não existem sociedades onde tal aconteça assumidamente, como objetos de troca, de troca, a homossexualidade funciona como escape da impossibilidade, ou quase impossibilidade, do homem desprovido de bens ao desejo heterossexual. Em sociedades atuais, cultural e socialmente atrasadas, onde a heterossexualidade se torna demasiado complicada, a homossexualidade funciona também como escape. Existem concomitantemente aspetos do poder exercido pelo gay "ativo" sobre o gay "passivo", totalmente escamoteados e desvalorizados pelo discurso "culturalmente correto", sendo os "ativos" frequentemente "bi", exercendo esse poder indiscriminadamente, quando e onde podem, sendo estes "ativos" potencialmente os mais perversos entre os perversos, tendo-se em conta que não estamos no domínio das "ciências duras" e portanto há que dar uma margem de dúvida que sirva de travão a generalizações arbitrárias.
& nunca li tal coisa... tal afirmação ronda o anedótico. Poderá um verdadeiro asceta, do "género neutro", já que ultrapassou o desejo físico, ser homossexual? Obviamente que não. Já vi pretensos monges budistas homossexuais mas nem são verdadeiros monges nem verdadeiros budistas. São perversos disfarçados de monges budistas.
* e não uma doença. As doenças são ou poderão vir a ser curáveis, as perversões não porque correspondem à estrutura fundamental dos sujeitos. Os casos extremos dessa perversão são os pedófilos, gays ou "bi", como os criminosos do caso Casa Pia. Grandes criminosos estrangeiros circulam livremente por Portugal, contando com o ambiente "gay friendly" e a disseminação dos comportamentos perversos, colocando em grande risco crianças e adolescentes, assim como a própria continuidade do país. Quando Madeleine desapareceu, um desses grandes perversos, gay-pedófilo (o facto de alegadamente só se sentir atraído por rapazes não significa que não tivesse abusado e assassinado uma criança do sexo feminino, já que este tipo de grande criminoso é "camaleão": o mundo só estará a salvo quando lhes fôr aplicada a pena de morte, assim como a todos os grandes perversos re-incidentes), circulava livremente pela tugolândia.
"“Dizer que a homossexualidade resulta de uma relação exclusiva com a mãe, que o homossexual é um bissexual que se ignora…. Esta gênese da homossexualidade, que se passaria durante o complexo de Édipo, não faz sentido, porque constatamos que a atração pelo mesmo sexo existe desde muito cedo. Trata-se de um enigma. Constatamos que a atração pelo mesmo sexo aparece cedo, que a homossexualidade não está ligada a uma repressão da mãe e tampouco a um gene. A explicação não está na natureza, ela está na cultura”. (Roudinesco, 2016). "
Eis uma leitura profundamente errada. Devido a motivos religiosos e culturais a homossexualidade foi favorecida, quando criticada ou mesmo proibida, e "normalizou-se", aberta ou "clandestinamente". Nomeadamente em culturas em que as mulheres eram consideradas seres inferiores, ou "impuras", a homossexualidade foi incentivada. Igualmente em culturas em que as mulheres funcionam, na realidade subliminar, pois já não existem sociedades onde tal aconteça assumidamente, como objetos de troca, de troca, a homossexualidade funciona como escape da impossibilidade, ou quase impossibilidade, do homem desprovido de bens ao desejo heterossexual. Em sociedades atuais, cultural e socialmente atrasadas, onde a heterossexualidade se torna demasiado complicada, a homossexualidade funciona também como escape. Existem concomitantemente aspetos do poder exercido pelo gay "ativo" sobre o gay "passivo", totalmente escamoteados e desvalorizados pelo discurso "culturalmente correto", sendo os "ativos" frequentemente "bi", exercendo esse poder indiscriminadamente, quando e onde podem, sendo estes "ativos" potencialmente os mais perversos entre os perversos, tendo-se em conta que não estamos no domínio das "ciências duras" e portanto há que dar uma margem de dúvida que sirva de travão a generalizações arbitrárias.
- O interessante seria analizar-se como, apesar (ou talvez devido) do acima enunciado, a homossexualidade passou a dado cultural "definitivo" (assim pretendem...) e imanente a muitas sociedades (em termos institucionais e de poder, assim acontece atualmente na generalidade das culturas "ocidentais"), criando uma normalidade doentia a que correspondem sociedades disfuncionais e em envelhecimento, ao mesmo tempo que proclamam uma alegada abertura, "multiculturalismo" e "modernidade", que abusivamente associam aos fundamentos da "cultura ocidental". Evidentemente que a explicação da homossexualidade nos países desenvolvidos do norte da Europa será diferente dos países "católicos e atrasados" do sul da Europa - e ainda mais dos países mulçumanos, onde é generalizada, sobretudo entre as classes baixas (como por todo o lado), e não assumida, porque é ilegal. Depois há aspetos desconhecidos até agora, que abrem, hipoteticamente, outras vias explicativas, ainda que este estudo, se se extrairem as devidas consequências, reforce o ponto de vista psicanalítico, o que não é o caso nomeadamente das explicações geneticistas.

