No país dos 25 mil milhões dados aos bancos, dos subsídios bilionários pagos a algumas empresas, da corrupção endémica e da fuga aos impostos, dos cargos de topo dados aos familiares e "boys"/"girls" (e do salário mínimo de 600€/mês)
Diana Ferreira defendeu esta sexta-feira que o caminho não é colocar o ónus nos trabalhadores, mas sim apostar na diversificação das fontes de financiamento da Segurança Social através, por exemplo, da valorização dos salários, do combate à precariedade, da promoção do emprego com direitos, do combate à fraude e evasão contributiva e da maior contribuição de empresas com grandes lucros devido aos avanços tecnológicos e conseguidos com poucos trabalhadores.
Nota: para melhorar as contas era bom que o detentor da fundação que fez o estudo, dono de um império de supermercados, pagasse os seus impostos em Portugal e na Polónia, onde faz os negócios e ganha os biliões, e não na Holanda! (com a "história" da isenção de impostos aos aposentados dos outros países que comprem casas em Portugal, o governo português está a praticar o mesmo jogo sujo, tornando um inferno a vida dos portugueses, devido ao incontrolável aumento dos preços da habitação, simultaneamente perdendo qualquer credibilidade para se insurgir contra o sistema aberrante da UE, que permite a empresas ganharem triliões num país e pagarem os impostos noutro, poupando biliões, devido ás diferenças de carga fiscal)
Nota: para melhorar as contas era bom que o detentor da fundação que fez o estudo, dono de um império de supermercados, pagasse os seus impostos em Portugal e na Polónia, onde faz os negócios e ganha os biliões, e não na Holanda! (com a "história" da isenção de impostos aos aposentados dos outros países que comprem casas em Portugal, o governo português está a praticar o mesmo jogo sujo, tornando um inferno a vida dos portugueses, devido ao incontrolável aumento dos preços da habitação, simultaneamente perdendo qualquer credibilidade para se insurgir contra o sistema aberrante da UE, que permite a empresas ganharem triliões num país e pagarem os impostos noutro, poupando biliões, devido ás diferenças de carga fiscal)

