Rui Pinto receia pela vida

“há uma clara apatia das autoridades portuguesas” e falta de “vontade dessas autoridades” para “perseguir os clubes de futebol e os seus elementos”. O mesmo acontece com o fundo Doyen: “Existem provas claríssimas de que esse fundo é gerido pela máfia do Cazaquistão, mas, apesar disso, as autoridades portuguesas decidiram não investigar o fundo Doyen.”

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