Os polícias não podem perder a cabeça
é uma vergonha que os dirigentes sindicais da PSP não percebam que as forças de segurança, a quem a sociedade confere autoridade e armas, estão num nível distinto da comunidade que servem e protegem, não podendo colocar-se em oposição ou comparar-se com parcelas dessa mesma comunidade.
[Na noite de 19 de Fevereiro (2015), Nuno “Fantasma” Pires foi encontrado em coma perto da estação de comboios de Setúbal momentos após ter sido abordado por agentes da Equipa de Intervenção Rápida da PSP.
...
Não seria a primeira vez que se registaria uma morte às mãos da Polícia em Setúbal, que vai já acumulando um longo historial de brutalidade. Recordemos, por exemplo, a morte do jovem Rúben Marques, em 2013, ou a de António Pereira (Tony), em 2002. Às mortes somam-se os inúmeras relatos de rusgas, detenções, agressões e tortura, dentro e fora de esquadras....]
[Na noite de 19 de Fevereiro (2015), Nuno “Fantasma” Pires foi encontrado em coma perto da estação de comboios de Setúbal momentos após ter sido abordado por agentes da Equipa de Intervenção Rápida da PSP.
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Não seria a primeira vez que se registaria uma morte às mãos da Polícia em Setúbal, que vai já acumulando um longo historial de brutalidade. Recordemos, por exemplo, a morte do jovem Rúben Marques, em 2013, ou a de António Pereira (Tony), em 2002. Às mortes somam-se os inúmeras relatos de rusgas, detenções, agressões e tortura, dentro e fora de esquadras....]

