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O debate acerca do avanço da agropecuária sobre novas fronteiras no Cerrado tem se dividido em duas correntes. De um lado, há o discurso dominante a respeito da expansão da cultura da soja, que tem como portadores as principais organizações e lideranças do setor empresarial ou a ele ligadas. Nele argumenta-se que tal atividade é fundamentalmente benéfica para a região, cujas características marcantes no período anterior à chegada dos investimentos na produção de soja eram justamente a baixa dinâmica econômica e a precariedade dos indicadores sociais

