Só foi pena não terem percebido que a democracia se consolida no dia a dia, em uma sociedade segura *, determinada pela transparência e "accountability"
Ana, Maria, Rita, Rioko, Rose, Elza, Dulce, Nair, Leslie, Eva, Robêni, Guida, Marlene, Maria, Nair, Ieda, Dilma, Lenira, Ana, Ilda, Iara, Ana, Darci, Vilma, Telinha, Sirlene, Nadja, Liane, Maria, Lúcia, Janice. Em comum: foram detidas, humilhadas e seviciadas. Nenhum dos homens que as torturou foi preso. O chefe deles, Brilhante Ustra, tem um admirador chamado Jair Bolsonaro. Estas 31 mulheres receiam que o Brasil se tenha esquecido da Torre das Donzelas, onde na verdade ninguém era donzela
* a integridade física e psicológica está acima da democracia. Não havendo valores absolutos, como se extrapola do conceito de Estado laico europeu, a segurança individual é um valor que precede a democracia.

