As lésbicas

Riem alto, instigadas pela brasileira arrapazada (que, até que algo mude, se sente totalmente à vontade no lugar...), gerente do alojamento, mais a asquerosa velha velhaca, do Quebeque (a "mentora", a sabidolas, a grande hipócrita, com experiência de uma vida a viajar pelo mundo a promover a homossexualidade e outras perversidades), a  idiota italiana (mas qual "união" europeia?!), com o jovem larilas britânico a escutar (larilas ressabiado por, obviamente, não ter tido a menor hipótese comigo), lançando gargalhadas selvagens, notícia do (seu) gozo perverso no esmagamento do outro (e seguramente das outras que resistam ás suas "orientações"), bloqueando totalmente a minha conversa com a sul coreana (por curiosidade, uma tática de muitos larilas tugas é olharem fixamente, com um esgar irónico, enquanto falo com as mulheres, acabando estas, que não percebem o que se está a passar, por se afastarem, sentindo-se, os asquerosos larilas, realizados por terem destruído uma provável relação heterossexual; uma das táticas dos larilas ingleses, mais refinados, é meterem-se nas conversas para seduzirem as mulheres, que não lhes interessam, só para impedirem a relação heterossexual). Não me irrito nem lhes digo nada (no final, a velha lontra canadiana - com experiência de uma vida a propagar perversões e técnicas de terrorismo psicológico - conseguiu, esboçando largos sorrisos de profunda realização, que eu perdesse a calma). Mas foi útil saber como são. Experimentar o bulling brutal e impiedoso de que são capazes (tinham consciência que poderia estar debilitado pois viram-me tomar comprimidos) foi algo sumamente instrutivo. Se não tivesse passado por isto acharia que as lésbicas até são "porreiras". Não são. A primeira coisa que fazem, com um tipo não gay, que entendem poder seduzir as outras mulheres, é tentar destruí-lo. Primeiro tentam transvertê-lo num gayzola, de acordo com a sua concepção pervertida do mundo (homens com homens, mulheres com mulheres). Se percebem que tal é impossível, começam a ridicularizá-lo e amesquinhá-lo aos olhos das outras, praticando um bulling atroz e destruidor. São uns monstros. Tudo o que anteriormente escrevi sobre a alegada "estrutura psíquica" flexível das lésbicas é um engano. Escrevi tendo em mente as formulações de Jacques Lacan. Na "realidade real", a "estrutura psíquica" das lésbicas nem é menos perversa nem mais flexível que a dos gays homens (vulgo "larilas"  em português, ou "veados" em brasileiro). É igualmente  perversa e totalitária. Se, como Jacques Lacan afirma, a "estrutura psíquica" das mulheres é mais flexível que a dos homens (o complexo de Electra *, a existir, não tem relevância significativa na formação da referida estrutura, por um lado; o complexo de Édipo, que segundo Lacan também existe nas crianças de sexo feminino, não é um elemento determinante, pois a possibilidade de uma relação física com a mãe é "instintivamente" percebida como uma aberração pelas crianças de sexo feminino, por outro),  então as lésbicas não são mulheres. Se os larilas nem são homens nem mulheres (parte dos larilas "ativos" tugas são tão broncos, tão suínos, que nem entendem que são pelo menos tão larilas como os "passivos"; para além de que por detrás de um velho gay "ativo" pode encontrar-se um pedófilo, em potência ou em ato), o mesmo se aplica ás lésbicas. São "algos". Mestres da hipocrisia, da arte da manipulação e do terrorismo psicológico.  

* Lacan** elabora estes conceitos de forma diferente de Freud. Jung mistura a psicanálise com pseudo- conceitos, nomeadamente o dos "arquétipos universais".

** o objetivo deste "ensaio" não é nem fazer uma teoria sobre as homossexuais (1/estamos a falar de uma brasileira que, "naturalmente", despreza os portugueses, ainda que necessite de os usar, ou usar Portugal, para poder viver na Europa, e de uma velha ressabiada, sem nada que a perpétue, que necessita de se afirmar como "mentora" para ter a ilusão que é relevante, por isso não se podem extraír grandes conclusões, 2/ conheço e sou amigo de lésbicas brilhantes, sendo o respeito mútuo tão grande que se elas lerem este "post" não só me desculparão como me compreenderão), nem refletir sobre a psicanálise lacaniana. No entanto tenho de salvaguardar que o enunciado "não há relação sexual", nos remete para um pensamento niilista de aniquilação da espécie, da mesma forma que a ideia de concretização do processo analítico, com o desaparecimento do "pequeno objeto a", lugar do vazio (porque não passível de ser preenchido, sendo sempre ocupado por equívocos), que instiga um desejo impossível de ser satisfeito, nos remete para o nirvana budista.

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