37 mil autorizações de residência em 2017 *

Quantos vistos Shengen e autorizações de residência foram atribuídas no total? Quantas cidadanias foram atribuídas no total? Quantos serão repatriados para Portugal em caso de colapso da UE (quem atribui o primeiro visto Shengen é o responsável, não falando das autorizações de residência e cidadanias, que evidentemente são da exclusiva responsabilidade de quem as atribui)? Qual o perfil destas pessoas? São já quantas as dezenas de milhares de brasileiros - parte deles sujeitos bastante perversos (os portugueses já esqueceram o gay assassino, Padre Frederico, cujo caso deveria ter sido um alerta para os riscos da imigração brasileira, eventualmente porque parte dos portugueses, no fundo, não serão assim tão diferentes daquele perverso assassino **) que só poderão ampliar as já demasiadas e nojentas perversões dos indígenas (que um dia terão de ser travadas, com todos os meios necessários, pois a elas estão inerentes não só a degradação do "tecido social", como o totalitarismo labrego da imposição, ou tentativa de imposição, dessas perversões aos outros, num país de cumplicidades, secretismos e omissões criminosas) - num lugar em declínio (da natalidade) e em decadência acelerada, por detrás da máscara de muito turismo e muita "dinâmica"?

* JN, 26 outobro, pag 10

Nota: depois há os romenos, que estão a vir ás dezenas de milhares. Não há nenhum governo que esteja mandatado para lhes atribuir o que quer que seja. Vêem para cá devido a terem sido aceites na UE, por decisão de "eurocratas" não eleitos, como o atual chairman da Goldman Sachs e ex-presidente da comissão europeia. Decisão essa que está seguramente a contribuir para o colapso da UE. Quando a UE desaparecer os romenos têm de regressar ao seu país, excetuando as mulheres que comprovativamente trabalhem, ou estudem, porque serão potenciais alvos de violência naquele país. 

** é necessário que não hajam confusões: a generalidade daqueles que em Portugal se dizem de extrema direita, como alguns indivíduos das empresas de segurança privadas, representam o arquétipo do perverso totalitário, neste caso disfarçados de "seguranças", que a força do Estado terá de neutralizar, usando os meios necessários. Para não falarmos das perversões em si mesmas, que atualmente são apresentadas como "normais", proclamação que surte amplo efeito em gente eventualmente geneticamente predisposta para as mesmas (dado o historial do lugar, onde até um Rei sofreu os abusos de um criminoso pedófilo) e sem qualquer capacidade cognitiva para submeterem as proclamações "politicamente corretas" a uma análise crítica. Metade dos portugueses não concluiu o ensino secundário.


"Menores estrangeiros obrigados pelos pais a furtar e a mendigar em Portugal" (o politicamente correto não deixa que escrevam a nacionalidade?)


É uma espécie de "multinacional do crime". Meia dúzia de famílias, espalhadas por países europeus, ter-se-ão organizado para, durante 10 anos, fazerem "operações-relâmpago" em Portugal. (neste caso, já que os bandidos se assumem, eles mesmos, como sendo ciganos, assim aparece no corpo da peça, senão ficaríamos a saber somente que era uma "multinacional do crime"...)

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