Só 37% dos condenados por crimes sexuais vão para a prisão

faz questão de sublinhar que a questão das penas perde alguma importância face ao “número irrisório” de casos que chegam a julgamento comparando com as queixas. “Principalmente nos casos de abusos sexuais de crianças, quando os actos não deixam marcas”, sublinha. A tendência, diz, é para valorizar a palavra do adulto em detrimento da versão da criança.

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